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sábado, fevereiro 04, 2017

CRESCIMENTO CONCIENTE DE IGREJAS


Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; (Mt. 28:19).
E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos. (At. 2: 42, 46,47).
Introdução                                                      
Estamos vivendo um momento muito critico quanto ao crescimento da igreja. Lembrando que não se trata de uma única igreja, específica, mas no geral todas as denominações estão caminhando a passos lentos quanto ao seu crescimento, tanto físico, intelectual, cultural, e espiritual.
Logicamente estamos muito distante dos acontecimentos de Jerusalém, e quanto ao que Cristo disse sobre a Grande Comissão para a igreja ir, também estamos, até de certa forma indo, mas a passos muito lentos. Falta-nos a visão paralela com a Igreja de Jerusalém e também precisamos atentar mais para o que Jesus disse em Mateus 28:19.
Conscientização e ação coletiva.
A final, de quem é a culpa, quanto à gestão de talentos? Do pastor, dos obreiros, da igreja? Para falar a verdade, de todos nós, porque primeiramente já fomos convocados individualmente pelo Senhor Jesus para o IDE, por isto a culpa pelo mau desempenho da igreja, quanto ao seu crescimento é de todos nós.
Não precisamos ser mandados a fazer o que já deveríamos ter feito com mais empenho. Temos que ir ao campo, porque esta ordem já nos foi dado por Cristo. Mas por onde começar? Repensando nossa liturgia como igreja e acrescentar mais ânimo missionário, envolvendo mais os que estiverem dispostos a trabalhar.
Primeiro, temos que ter bons planejamentos, uma boa equipe ou um grupo bem estruturado, com um bom líder, dinâmico e prático. Pode ser o pastor, desde que tenha disponibilidade para os trabalhos, ou um obreiro de sua confiança, desde que seja capacitado para este grande trabalho, mas acima de tudo deve ser um bom Evangelista.
Também é necessário como requisito essencial, que o líder seja muito dedicado e com amor pelas almas, homem de oração e com comprometimento com Deus e com sua Palavra, sem querer de forma alguma visar benefícios próprios.
Portanto, é preciso também, que a equipe tenha um bom curso teórico e prático, (treinamento dinâmico), com uma estrutura bem elaborada, seguida a risca sempre. Também é preciso haver plena harmonia entre os integrantes da equipe, ou grupo de trabalho missionário. O líder precisa ser humilde, carismático, comunicador, com sangue de um verdadeiro Evangelista. Estas são algumas das virtudes entre tantas, para se trabalhar em equipe e também para se adentrar nos lares ou qualquer lugar público, ou privado. O treinamento para tudo isto deve ser umas das prioridades.
Não adianta vivermos das sombras e das glórias saudosistas do passado, agora é o presente que nos importa, se olharmos muito para as nossas histórias do passado, veremos o quanto falhamos, com tanto tempo como igreja do Senhor, isto é, já deveríamos ser dezenas delas, mas paramos em nossa velha construção.
Perguntas para reflexão:
1.      Qual deveria ser a prioridade para o crescimento de igrejas?
2.      O modelo atual de liturgia está correspondendo com a verdadeira necessidade da igreja, quanto ao seu crescimento?
3.      Qual é a nossa visão hoje para que a igreja cresça?
4.      Onde se gasta mais recursos financeiros, em relação ao crescimento da igreja?
1. Qual deveria ser a prioridade para o crescimento da igreja?
Tratando-se de prioridade, o departamento mais importante para o crescimento da igreja é a conscientização para uma Teologia Prática, quanto as Missões também Práticas. Não adianta vivermos somente no apoio de oração e financeiro, se nós mesmos não nos dispusermos a ir também.
Hoje é visível o orgulho pelo missionário enviado, também vejo assim, mas a alegria maior é ir também como ele, ou enviar alguém como ele e sustentá-lo, como nosso enviado, isto seria motivo de nossa realização independente de quaisquer circunstancias.
Sugestões práticas:
a)      Primeiro ao levarmos o novo convertido ao discipulado, deveríamos fazê-lo com vistas ao trabalho missionário, isto deveria ser acrescentado com mais ênfase junto às doutrinas que lhes são oferecidas.
b)      O papel primordial da igreja deveria ser o de treinar o obreiro, ainda que não seja um obreiro qualificado (consagrado) para o trabalho é preciso exercitá-lo para o trabalho missionário. Levá-lo a pratica, até mesmo antes de consagrá-lo ao Santo Ministério. Porque depois de consagrado vai ser difícil ensiná-lo.
c)      Ensina-se quase tudo no discipulado, mas quanto ao ensino missionário estamos deixando a desejar, esta culpa se dá pelo currículo ao que se submete o novo convertido. Entre as prioridades de ensiná-lo, a missão deveria ocupar um bom, ou porque não dizer um grande espaço no seu ensinamento e treinamento prático. Cristo se preocupou primeiro em convocar, treinar para depois enviar.
d)     No calor da nova conversão o novo convertido, sua recém-conversão a Cristo, é um dos melhores momentos para inculcar lhe a consciência missionária. Ele está disposto a fazer tudo pelo amor ao Senhor, como algo prazeroso, isto é representado pelo seu ardor ao falar de Cristo para seus parentes e amigos. Mas este calor logo passará e se ele não for bem ensinado, treinado, bem exercitado no trabalho missionário, com certeza, será mais um dos muitos obreiros sem ânimo para o trabalho missionário, ou seja, vai ser mais um como muitos, um excelente obreiro interno, mas um obreiro sem muitos requisitos para o trabalho no campo. Ele se tornou muito doméstico, agora para sair, ir é mais difícil.
2. O modelo atual de liturgia está correspondendo com a verdadeira necessidade da igreja, quanto ao seu crescimento?
Não! Primeiro, estamos mais envolvidos com diversos afazeres e deixamos o que é prioridade, as missões. Nossa liturgia está muito aquém de ser uma liturgia completa. Por assim dizer, justificamos o baixo trabalho na área missionária, o que estamos esperando? Se analisarmos o papel da igreja, logo perceberemos a nossa deficiência. Não podemos estar atrelado aos que não têm visão missionária, ou aos quem tem visão curta. Cabe a nós irmos à frente, sem precisar que nos mande, ou esperar que sejamos enviados por um grupo, ou qualquer entidade. O mandamento do IDE já nos foi dado! Cada igreja deve sim prestar contas, relatórios de tudo ao que está subordinada, seja quem for, mas o relatório de missões este sim, primeiramente se presta contas a Deus.
3. Qual é a nossa visão hoje para que a igreja cresça?
Absolutamente é difícil responder esta pergunta, pois engloba muitas coisas. Dizer o que é preciso, pode ofender os que não estão com as vistas boas para as missões.
Nossa visão hoje é mais parasitaria do que podemos imaginar. Colamos cartazes nas paredes, divulgamos mais o missionário enviado, do que as nossas atividades missionárias. Valorizar o missionário no campo é imprescindível, mas o nosso dever é fazer o que ele está fazendo, irmos ao campo também. Sem deixar é claro de apoiar o que está trabalhando no campo missionário. Com certeza ele precisa sim de nosso apoio. Mas a nossa atitude também é de conscientizar a igreja a fazer o mesmo.
4. Onde se gasta mais recursos financeiros, em relação ao crescimento da igreja?
Em muitos departamentos, mas infelizmente com as missões são mínimas, dizem que se gasta mais com Coca Cola e com recarga de celular..., do que com missões. Algumas observações a serem consideradas: Olhando para a igreja pelo seu tempo de existência, pela quantidade de Obreiros missionários, pelo gasto da igreja com missões, pelo seu quadro de missionários enviados, no Brasil e fora dele, nas missões em cidades vizinhas, em pontos de pregação, em grupos evangelísticos, nas aberturas de igrejas afiliadas. Se tivermos uma boa liderança acima de nós para o comprometimento missionário, na aplicação financeira, com certeza colheremos muitos frutos. Quanto a estas observações, devem-se observar também todos estes requisitos para os mesmos, que nos ditam as regras missionárias. Estes itens acima também deveriam entre outros tantos, receber mais atenção e investimentos financeiros, para expandirmos nossa missão, com bons instrumentos e acessórios para fortalecer nosso trabalho no campo.
Conclusão
Portanto, missão não se faz somente com boas intenções, mas, com boas ações, com as mãos na obra. Estamos em 2016 e a igreja ainda não evangelizou metade do mundo, se olharmos para nós o tempo da nossa existência, individual e coletiva, também veremos que não crescemos a metade do que deveríamos ter crescido.
Nossos rumos hoje como igrejas são vários, mas para muitos de nós o caminho missionário está sendo pouco percorrido. Todos os planejamentos da igreja são de extrema importância, mas se o programa de missões for fraco todos os projetos se enfraquecerão com certeza! É hora de repensarmos a nossa vida como igreja missionária. Está na hora de orar e planejar mais e fazer o que já deveríamos ter feito. 

segunda-feira, novembro 28, 2016

O ESSENCIAL É ETRNO

Mateus 20: 1-16
Introdução. Esta Parábola, não trata especificamente sobre os trabalhadores e seus salários, ela vai, além disso. É uma história sobre a bondade de Deus, Seu amor, Sua paciência, Seu perdão, Sua graça, Sua retidão e sua misericórdia. Também esta Parábola pode ser considerada sobre a bondade e compaixão de Deus. Especialmente para os que não esperam pela sua misericórdia e, os que acham não a merecem.
Significado de Parábola: Parábola é uma narração, comparação, um paralelo: Uma narração curta para ensinar uma verdade moral ou espiritual. A Parábola relata o que de fato aconteceu, ela ensina verdades celestiais, ela também tem uma narrativa mais extensa. Jesus usava o método de Parábolas para melhor compreensão dos seus discípulos.
A função dos trabalhadores: Os trabalhadores desta Parábola de Jesus são: trabalhadores diaristas que trabalhavam do nascer do sol ao pôr do sol. Eles recebiam comida, além do salário de um dia pago pelo proprietário. Hoje esses trabalhadores seriam os migrantes, que segue a colheita de um lugar a outro, esperando que haja trabalho suficiente na estação para manter tanto ele como a sua família.
A forma de pagamento: Um dinheiro equivalente a um Denário, que era uma moeda romana de prata, servia como uma unidade monetária muito comum no Império Romano, que durou mais de quatro séculos. Foi fabricada pela primeira vez no ano de 211 a. C, pesava cerca de três gramas e meio, equivalente ao peso da nossa moeda de cinco centavos (Mt. 20:9). Era a mais usada no Novo Testamento, que servia como salário normal para um dia de trabalho no campo, era mais do que o salário diário de um soldado romano.  Os trabalhadores eram homens pobres que trabalhavam como peões temporários durante a época de colheita. O empregador percebe que todos eles precisarão dum salário pelo dia inteiro para alimentar suas famílias. O pagamento segue diretrizes do Antigo Testamento: (Dt. 24: 14,15).
Prop. O trabalho não foi pago pelo tempo de serviço, mas sim, pelo salário ajustado, ou seja, os das primeiras horas que mais trabalharam ganharam o mesmo que os trabalhadores da última hora. Ou seja, 11h trabalhadas pelos primeiros e 1h trabalhada pelos derradeiros.

Quanto ao Reino de Deus ou Reino dos Céus: Há quem diga que os dois são o mesmo, mas como os judeus eram zelosos quanto à menção do nome de Deus. Mateus ao escrever para os judeus preferiu provavelmente usar o nome Reino dos Céus.
No Sermão do Monte (Mt. 5: 1-12) o Senhor Jesus fala sobre algumas qualidades do servo, para que o Reino dos Céus possa ser sentido agora, somente por aqueles que cujos valores e atitudes estão de acordo como a realidade espiritual.
O Reino dos Céus é revelado às pessoas cujo compromisso com Deus as capacita para servir como o sal e a luz na sociedade. (Mt. 5:13-16).
Paulo diz: “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”. (Rm. 14: 17).
O Reino também fala de virtude: Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder. (ICo. 4:20).
Para trabalhar na vinha do Senhor Jesus, além de crer somente, é preciso ter comunhão e união com Cristo. “é preciso Jesus estar em nós e nós estarmos nele”. Jesus Disse: “Eu sou a videira, vós as varas: quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”. (Jo. 15: 5).
Mateus 20:1-16
1- Porque o reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha.
2- E, ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha. Primeira hora 6h (vv. 1,2). Sol.
3- E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça, Terceira hora 9h. (vv. 3,4).
4- E disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram.
5- Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo. Hora sexta 12h (v.5) Hora nona 15h (v.5)
6- E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos, e perguntou-lhes: Por que estais ociosos todo o dia? Undécima 17h (vv. 6, 9).
7- Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós também para a vinha, e recebereis o que for justo.
8- E, aproximando-se a noite, diz o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores, e paga-lhes o jornal, começando pelos derradeiros, até aos primeiros. Duodécima 18h (v.8).
9- E, chegando os que tinham ido perto da hora undécima, receberam um dinheiro cada um. Undécima 17h (vv. 6, 9).
10- Vindo, porém, os primeiros, cuidaram que haviam de receber mais; mas do mesmo modo receberam um dinheiro cada um.
11- E, recebendo-o, murmuravam contra o pai de família,
12- Dizendo: Estes derradeiros trabalharam só uma hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a fadiga e a calma do dia.
13- Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço agravo; não ajustaste tu comigo um dinheiro?
14- Toma o que é teu, e retira-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti.
15- Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?
16- Assim os derradeiros serão primeiros, e os primeiros derradeiros; porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

Exemplo paralelo aos trabalhadores insatisfeitos da vinha.
O ato de dar esmolas e orar. (oferta, donativo, benefício, caridade, favor).
Mateus (6:1-5).
1- Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis *galardão junto de vosso Pai, que está nos céus.
2- Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
3- Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita;
4- Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente.
5- E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
6- Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
Paulo escreveu: “Ora o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá seu *galardão segundo seu trabalho”. (ICo. 3: 8). (*galardão: Recompensa, retribuição, prêmio, glória, honra).
Comparação dos trabalhadores da vinha, com os que davam esmolas e oravam.
Quanto à pessoa das esmolas e da oração fazia para serem visto e reconhecidos pelos homens e foram severamente advertidos pelo Senhor.

Os primeiros trabalhadores representam os que não servem para glória de Deus, mas por motivos como desejo de louvor, posição status e ganho, fazem para serem vistos pelos homens. Por essa razão estavam insatisfeitos.
Valores iguais, porém, motivações diferentes; os primeiros estavam insatisfeitos, e os últimos, contentes. O pagamento igual dependia de trabalharem iguais, porém em horários diferentes. Mas o preço ajustado foi justo, um Denário para cada trabalhador.
Conclusão
Noutras palavras: “Sendo perfeitamente justo com você, não posso ser generoso com outros”?
“Assim, os derradeiros serão os primeiros, por avaliação própria, mas podem ser os últimos na estimativa de Deus”. “Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos”. Muitos são convidados a trabalhar na vinha do Senhor, mas poucos continuam em humildade, submissão à justiça de Deus e total renuncia de direitos próprios, ou seja, de ser visto reconhecido por alguém.

Portanto, vale mais uma hora de trabalho, com sinceridade sem esperar nada em troca, do que um dia inteiro com segundas intenções particulares que não condiz com os propósitos de Deus e muito menos para glorificar seu nome.

sexta-feira, setembro 02, 2016

VOCÊ PEDE E EU ESCREVO

Aos meus queridos irmãos do Brasil e de todos os demais Continentes, que tem acessado o nosso Blog. Achei por bem consultá-los. Minha intenção é solicitar a vocês algum assunto de acordo com vossos interesses. Peço por gentileza, quanto aos assuntos pode ser: Família, Sociedade e Igreja.
Deixarei alguns dias esta postagem, caso haja interesse por algum assunto eu terei imenso prazer em compartilhar com vocês. Desde que eu tenha condições de atendê-los
Muito obrigado. Tenham um excelente dia.

Prof. Mestre Expedito Darcy da Silva.

sexta-feira, julho 08, 2016

O MAIOR PRESENTE

As flores murcham e desvanecem.
Os bens são emoções momentâneas.
Aos simples. Beijos, abraços e palavras.
Aos irmãos. Parabéns e orações.
Aos próximos e superiores. Festas e comemorações calorosas.
Aos mestres e eruditos. Livros! Enobrecem a alma;
enaltecem o espírito.  Transportam sentimentos e emoções; 
apontam caminhos e perduram.
Mas, de todos esses, entre tantos outros. 
O maior presente é o dom da vida!
                               Prof.Me. Expedito Darcy da Silva.


terça-feira, junho 28, 2016

AVAREZA UM MAL DESNECESSÁRIO

Seja bem - vindo ao nosso Blog. Por gentileza. Conheça também:
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Nosso Canal no YouTube: Expedito Darcy da Silva.

AVAREZA UM MAL DESNECESSÁRIO

Convido-te a gastar um tempinho do seu precioso tempo, na leitura deste texto, ainda que você não se considere um avarento, todavia, poderá lhe acrescentar alguns conhecimentos. Este texto não é só para cristãos, ou religiosos. Nosso intuito não é fazer acepção de pessoas, muito menos desrespeitar qualquer credo religioso. Tenho certeza que poderá ser-lhe muito útil, talvez para ensinar os outros, ou quem sabe possa servir a você também. Muitos pensam quer ser avarento é ser rico, bilionário, engano nosso, têm muitos cristãos, não cristãos, ateus, pobres, que são avarentos em demasia. Pior que, quem é avarento nunca sabe ou não admite ser, trata-se de uma terrível obsessão, que fica escondida em nós. Quem sabe você se conheça melhor depois de ler este artigo.
Boa leitura meus queridos (as)! Este Artigo tem um Glossário no final. Tenham um excelente dia, ou noite. Eu amo a todos em Cristo!
Muitas pessoas são apegadas ao dinheiro, outras não, mas deixam de fazer certas coisas com o seu dinheiro, às vezes necessária, só pensam em aumentar e aumentar sua renda, seu dinheiro, bens ou propriedades. Inclusive temos até agiotas disfarçados na igreja e em muitos lugares da sociedade emprestando dinheiro com altas taxas de juros, estes são os avarentos amantes do dinheiro. O que amar o dinheiro nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isso é vaidade. (Ec. 5:10); (JFA-RC (Pt.).
Quanto ao avarento, geralmente é apegado ao dinheiro, como um sórdido, vive sua vida mesquinha, às vezes se torna vitima do seu próprio apego ao dinheiro. Entre muitos religiosos, aqui se trata de cristãos avarentos.

Independente de qualquer religião, muitos têm enveredado por este caminho e alguns chegam sofrer privações de coisas básicas para acumular sua renda, fortuna, dinheiro, seu patrimônio e se torna rico, ou ser mais rico, sem que perceba se torna um miserável e às vezes desgraçado, como se fosse um pobre, porque o dinheiro passa ser sua melhor forma de viver na intenção de conquistar bens em cima de bens. Não estamos falando de poupar, de economizar, de fazer um seguro, uma aplicação financeira, entre outros investimentos. Normal, absolutamente normal, mas os excessos apegado ao dinheiro é uma avareza mal desnecessário.
Estamos nos referindo sobre a pessoa avarenta, que parece cega pelo dinheiro e o lucro, e o pior que ele jamais admitirá ser um avarento, mas o vemos como tal. Pobre coitado, escravo do seu próprio tesouro corruptível pela ganância, uma espécie de sórdido amor pelo dinheiro.
As Escrituras Sagrada nos advertem: “pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos. (ITm. 6:10). (NVI Br.).
Bem falamos de uma pessoa sem religião ou segmento religioso qualquer. Quanto se trata de dinheiro, a pessoa muda; olha o nosso País, a corrupção, que arruinou a nossa maior Empresa, são os avarentos, pensam que vão viver a vida toda para gastar os seus, milhões, bilhões, trilhões de reais, ou Dólares, são avarentos, pobres de alma e de espírito.
Assemelham-se ao jovem rico que foi ter com Jesus e por fim foi-se com sua riqueza sem se preocupar com sua vida eterna. Eis que alguém se aproximou de Jesus e lhe perguntou: Mestre, que farei de bom para ter a vida eterna? 
A seguir Jesus lhe fez algumas recomendações necessárias, que ele deveria obedecer o jovem lhe respondeu prontamente”. (Mt. 19. 17-19).

Disse-lhe o jovem: A tudo isso tenho obedecido. O que me falta ainda? 
Jesus respondeu: Se você quer ser perfeito, vá, venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois, venha e siga-me.
Ouvindo isso, o jovem afastou-se triste, porque tinha muitas riquezas. (Mt. 19: 16-20) (NVI (Br.).

Um jovem mesquinho, amante do seu próprio dinheiro. Rejeitou a salvação. Perdeu-se no labirinto das suas riquezas, mísero avarento, sem a vida eterna. Não precisa ser pobre para herdar o Reino dos Céus, desde que você não seja um avarento.
Podemos observar neste texto que não se podem amar duas coisas com a mesma intensidade, porque o coração não pode se apegar a dois amores simultâneos, lógico temos as exceções, mas neste caso se tratava de dinheiro o amor mesquinho apegado às riquezas daquele pobre moço, pobre porque preferiu sua riqueza a viver para Cristo.
Disse-lhe Jesus: Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro. Mt. 6:24). (NVI (Br.).
Não significa que os ricos não têm direito a salvação, tem sim! Mas, é por demais difícil um rico entrar no Reino dos Céus, porque a avareza já tomou conta do seu coração e por isso não pode abrir mãos do seu orgulho mesquinho, pobre, vejamos o que diz as Escrituras Sagradas, inclusive falando ainda do jovem rico:
Então Jesus disse aos discípulos: Digo-lhes a verdade: Dificilmente um rico entrará no Reino dos céus.  E lhes digo ainda: é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus. (Mt. 19: 23,24) (NVI (Br.).
Pessoas que se entregaram as riquezas arriscando perder suas vidas para não viverem a eternidade com Cristo. Olha o apego dos homens ao dinheiro, como alguns ricos que se consolam por ter de sobra, além do necessário para sua sobrevivência. 
Mas ai de vós, ricos! Porque já tendes a vossa consolação. (Lc. 6:24) (JFA-RC (Pt.).

Dou graças a Deus pelos ricos que empregam e muitos ajudam os pobres, que Deus abençoe aqueles que têm suas riquezas para ajudar seu próximo, mas isto não lhes garante a salvação eterna. Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie. (Ef. 2:8, 9) (JFA-RC (Pt.).
Quantos alguns cristãos que professam sua fé em Cristo se dizem fiéis ao seu Senhor, Cristo. Pregam que devemos ser fiéis em tudo, mas são como os fariseus, eram religiosos, cuidadosos em extremo, mas só tinham religiosidade, como estes cristãos que só andam com a máscara da sinceridade, da falsidade, mas no fundo dos seus corações, são pobres avarentos e se julgam salvos envolvidos na mentira. Digo só os avarentos.
No momento de adorar ao Senhor Jesus, cantam hipocritamente alguns Hinos, ente eles o Hino cinco da Harpa Cristã. Que tem por título Ó DESCE FOGO SANTO (CPAD).
Não se dão conta de que cantam com tanta hipocrisia (HIPOCRISIA: Afetação duma virtude, dum sentimento louvável que não se tem. Impostura, fingimento, simulação, falsidade. Falsa devoção).
Agora medita na letra do Hino da Harpa Cristã cinco e observa quanta hipocrisia aos cantá-lo. Você é Dizimista? Não! E canta este trecho do Hino? Alguns cantam no Coral, em fim cantam, cantam hipocritamente, como se fosse uma letra qualquer.
Diz um trecho deste Hino cinco bem assim: ...Eu tudo a Deus CONSAGRO a Cristo vivo altar... Infelizmente posso afirmar com toda responsabilidade diante de Deus, você canta hipocritamente, porque não cumpre o mínimo o básico de consagração ao Senhor.
Entre muitas coisas me refiro ao Dízimo. Desculpas para não CONSAGRAR o Dízimo ao Senhor têm muitas, não quero nem entrar em questão, porque em outra postagem escreveremos detalhadamente sobre esta questão dos Dízimos, que a fizeram tão polêmica, porém, não sabem e nem pretendem saber dos benefícios que Deus nos dá além do que já nos tem dado, ao Consagrar nossos Dízimos ao Senhor Deus Todo Poderoso.
A avareza na vida de um cristão convicto é desagradável porque deixa de fazer um benefício a si próprio, ao consagrar seus Dízimos a Cristo. Isto é apego ao dinheiro, isto te faz mal.
Quanto ao cantar o Hino hipocritamente, digo isto porque a letra de um Hino Sacro é consagrado ao Senhor Jesus, se não fosse este Hino seria uma letra, comum, vulgar e profana, como certas músicas que não dizem respeito e nem são consagradas a Deus como letra divina inspirado pelo nosso Espírito Santo, deveríamos cantar reverenciando a Deus tão somente.
Quero dizer que particularmente não tenho nada contra qualquer estilo de música, inclusive estou me preparando para ser um músico. Fiz apenas uma analogia sobre um hino cantado como sagrado e não condiz com certas pessoas que cantam hipocritamente, ou até mesmo sem saber o que estão cantando. Oh! Meu povo medite na letra do Hino antes de cantá-lo para que não sejas hipócrita, mesmo que seja involuntariamente. Falamos do mínimo de consagração ao Senhor que são os Dízimos, imaginem as outras coisas que não consagramos também.
Ao cantar este Hino sem levar em conta a unção de Deus, você está cometendo um grande erro e Deus levará em conta. Veja o que diz o texto bíblico abaixo, tanto faz falar ou cantar.
Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa (Ocioso: Supérfluo, desnecessário, inútil) que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado. (Mateus 12: 36, 37). (JFA- RC (Pt.).
Mateus no texto a cima citou Jesus num de seus discursos, o Senhor Jesus estava se referindo a um grupo de religiosos da época (escribas e fariseus e a multidão) que eram contrários aos seus ensinamentos. Agora pensa bem se aos religiosos, Cristo dirigiu estas palavras. E quanto a nós que somos seus servos, que além de cantarmos hipocritamente ainda dizemos uma infinidade de palavras ociosas, bem como uma infinidade de Hinos da Harpa Cristã, ou de muitos outros hinários das diversas Denominações, que alguns são praticamente expressões de confissões, louvor, adoração, gratidão... Cristo. Pense bem nisto? Que Deus tenha misericórdia de nós, neste labirinto de hipocrisia!
“As palavras improdutivas são a causa do nosso sofrimento. Sem notar, nós nos temos cercado de ondas negativas, por não estarmos usando de modo correto a nossa boca”. (R. R. SOARES).
Meus caros irmãos em Cristo pensem bem antes de se dirigir a Deus qualquer palavra e ao nosso próximo.
Não quero dizer, que estamos cantando palavras inúteis, pelo contrário são palavras inspiradas por Deus, porém, se cantada com hipocrisia à letra se torna inútil do ponto de vista espiritual, porque as cantamos de forma meramente fria e sem sentido de consagração ao Senhor.
Principalmente se você é um avarento e retém a consagração dos Dízimos e ofertas ao Senhor nosso Deus Todo Poderoso. Reiterando o trecho do Hino. ...Eu tudo a Deus CONSAGRO a Cristo vivo altar... (Me perdoem, mas quero-vos dizer que desabei em choro por esta confissão consagrada a Deus, quanta profundidade nestas sagradas letras. Porém alguns a cantam sem a mínima reflexão). Ouça-o!Tenho certeza que você vai pensar muito antes de cantar. A não ser que cantes e faça o seu mínimo ao Senhor.
Para que não se sintam persuadidos por estas palavras de exortação. Digo que não sou pastor e nem dirigente de qualquer segmento religioso formal. Como muitos que também só pensam em riquezas são estes os piores avarentos. Cuidado! Pois são lobos em pele de ovelhas!
Porém me sinto consagrado ao nosso Senhor Jesus Cristo, como um pastor de ruas, porque os púlpitos das ruas e das praças estão vazios. A minha igreja querida é a igreja informal da rua, onde prego o Evangelho, escuto, oro e aconselho as pessoas. Pela graça de Deus e se for da vontade d´Ele, enquanto viver pretendo interceder por elas junto ao nosso Senhor Jesus Cristo. Quanto a minha igreja formal, congrego normalmente. E tenho muito amor e zelo por ela e aos meus pastores e irmãos.
Deus abençoe sua vida, sua família, seu casamento, sua vida financeira, material, sentimental e espiritual. São os desejos do meu coração os meus queridos leitores que têm acompanhado minhas postagens. Deus vos abençoe poderosamente em tudo que forem realizar. Amém!

Glossário
Vaidade: Qualidade do que é vão, ilusório, instável ou pouco duradouro.
Desejo imoderado de atrair admiração ou homenagens.
V. vanglória.
Presunção, fatuidade
Coisa fútil ou insignificante; frivolidade, futilidade, tolice.
Avareza: Excessivo e sórdido apego ao dinheiro; esganação (avareza).
Falta de generosidade; mesquinhez. Fig. Ciúme, zelo.
Sórdido: Miserável, mesquinho (O homem sórdido ama o dinheiro, mas não ama a vida). 
Fig. Próprio de quem é sórdido; miserável, desgraçado, mesquinho:

Mesquinho: Privado do necessário (Falto, desprovido, carecido, carente); pobre, mísero.
Insignificante, parco, ridículo: ordenado mesquinho.
Insignificante, apagado, irrelevante: “com seu triste e mesquinho aspecto, vivia Vicentina sempre afastada, medrosa” (José Veríssimo, Cenas da Vida Amazônica, p. 251).
Não generoso; que não gosta de dar. V. avaro (1).
Pouco desenvolvido; acanhado: figura mesquinha.
Pobre, escasso.
Desditoso, infeliz: mesquinho ser, batido pela vida; sorte mesquinha.
Baixo, reles, sórdido: política mesquinha.
Medíocre, ordinário, vulgar: vida mesquinha.
Débil, fraco:
CONSAGRAR: Tornar sagrado.
Dedicar, ou oferecer a Deus, ou aos santos, por culto ou voto.
Fazer a consagração, de; exaltar:
Dedicar-se; dar-se:
FERREIRA, AURÉLIO BUARQUE DE HOLANDA. Novo Dicionário Eletrônico: Aurélio Versão 6.0, 4 ed, Positivo: Paraná, 2009).

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