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sexta-feira, dezembro 27, 2013

A INTRODUÇÃO DO PÚLPITO NOS TEMPLOS

Liturgia/História
Convivemos com ele, mas poucos sabem sua origem, e muitos estão desconsiderando o seu real valor para o culto cristão, fala-se até na sua morte. Devido às pregações sem nexos e sem conteúdo bíblicos, o púlpito está se transformando em palco ou plataforma para outros fins, menos para a pregação da genuína Palavra de Deus.
Plinio
O cristianismo inovou não somente por incorporar a Homilética na liturgia dos seus cultos. Com o passar do tempo o cristianismo evoluiu e a construção dos seus templos passou a ser alvo de admiração pela sua forma arquitetônica. Outro fator importante para o cristianismo foi à introdução do púlpito em seus templos. Se bem que temos menção dele no Antigo Testamento, mas no cristianismo ele surge como novidade. No desenrolar da história o púlpito entre os romanos, era considerado como uma plataforma para apresentação de peças de teatro. Quanto à pregação, foi necessário que se construísse estrados para que os pregadores se destacassem durante suas pregações.
A igreja católica romana levou o púlpito e também o altar (estilizado) para dentro de seus templos. Os católicos preferiram levar o altar para o centro do templo, quanto ao púlpito ficou a margem. Mas com o passar dos tempos houve uma grande revolução advinda do protestantismo, quando o altar foi abolido e o púlpito passou a ocupar o seu lugar (no centro).
O Exagero no púlpito quanto à pregação.
Felizmente para os protestantes a centralização do púlpito, contribuiu para que a pregação passasse a significar o ponto mais elevado do culto. 
Tal comportamento pode ser explicado como uma reação à liturgia católica, mas por ser extremada, é passível de ponderadas críticas. A centralização do púlpito e a exaltação da pregação produziram o culto da cultura, da técnica e da pessoa do pregador, além de criar uma distância física e psicológica entre o pregador e o seu auditório. Muitos púlpitos são endeusados e se tornam verdadeiras “torres de marfim”.
O exagero na exaltação da pregação sofre o mesmo problema ocorrido no sacerdotalismo, concentrando para si o poder num homem e dependendo dele todo desenrolar do culto. Devido a esse procedimento, as outras partes litúrgicas sofrem marginalizada a execução da oração, a adoração, o louvor, a dedicação dos fiéis e acima de tudo, a comunhão fraternal. O culto e as práticas religiosas, não podem ser concentrados somente no púlpito, isso pode repercutir como um conceito falso do método de evangelização. Este procedimento tem criado igrejas frias e certo aspecto de apatia pelos seus membros, que não podem compartilhar de seus testemunhos particulares, e pessoais do seu Salvador.
Para muitas pessoas, a salvação só poderá ocorrer nos templos após ouvirem a pregação no púlpito pelos grandes pregadores. Este processo de evangelização pode ser considerado como “pulpitocêntrica”. Este método pode ser considerado como “vinde” e não do “ide” estipulado por Jesus. A igreja está formando convidados em vês de “formar evangelistas!”.

Se a igreja continuar com suas inovações antibíbicas, aonde ela chegará sem cometer nenhuma heresia.

sexta-feira, dezembro 20, 2013

AVALIE-SE PELA SUA HUMILDADE

Aconselhamento/Reflexão
Toda pessoa pode e tem todo o direito de ser bem sucedida na vida, porém, seu sucesso não pode afastá-la da sua humildade. Dinheiro poder, posição social elevada, vida intelectual avançada, política e religião, tudo isso se for somada a sua humildade refletirá em benefício para você em qualquer lugar da sociedade, tanto diante dos homens, como diante de Deus.
No tempo de Cristo usavam-se sandálias, devido às ruas empoeiradas, o povo tinha por costume lavar seus pés. Também era um ritual como analogia a purificação. Jesus considerado Filho de Deus teve uma atitude que surpreendeu a todos, ele não olhou para sua posição diante dos homens. Ao invés de ter seus pés lavados, ele se inclinou e lavou os pés de seus discípulos como um dos seus grandes atos de humildade. A humildade está em servir o que pensamos ser o menor entre todos, não com o intuito de agradar ou se mostrar aos homens, mas somente a Deus.
Wesley L. Duewel
Uma pessoa que não percebe seu tamanho espiritual diante de Deus, que se julga inferior aos seus próprios olhos, essa pessoa é maior aos olhos de Deus. O papel do Espírito Santo não é nos humilhar, mas quando Ele o faz, faz para nosso bem sem nos desagradar. Quando o Espírito Santo exalta alguém, Ele faz de forma tão bela e natural, que a pessoa não toma consciência da sua grandeza espiritual, muito menos da sua humildade.
John Flave escreveu: “Os que conhecem a Deus são humildes; os que conhecem a si mesmos não podem ser orgulhosos.”
Moutford acrescentou: “Quero sentir verdadeiramente que de mim mesmo não sou nada e, ao mesmo tempo, através de cada porta de minha alma, Deus entra e é tudo em mim”.
Thomas à Kempis nos assegurou: “Deus anda com os humildes; ele se revela aos despretensiosos; dá entendimento aos pequeninos; manifesta seu propósito aos de mente pura, mas oculta a sua graça dos curiosos e orgulhosos”.
Podemos não concordar plenamente com Agostinho meditando no que ele escreveu: “Se você me perguntasse o que vem em primeiro lugar na religião, eu responderia: a primeira, a segunda e a terceira coisa nela – não, tudo nela – é a humildade.”
A vida cristã está cheia de paradoxos. Você se encontra mais espiritualmente vivo quando está mais verdadeiramente morto e crucificado com Cristo.
Spurgeon escreveu: “Todo o tesouro de Deus será entregue como dom à alma suficientemente humilde para recebê-lo sem tornar-se orgulhosa por causa disso. Deus nos abençoa a todos até a plena medida do que ele sabe que é seguro. Quando você não recebe uma bênção, é porque não é seguro para você que a receba.” Você precisa avaliar sua vida e saber o que é seguro para Deus abençoá-lo e responder à sua oração.
As Escrituras não nos ensinam a autodepreciação vergonhosa. A nossa humildade de acordo com as Escrituras consiste no valor que temos para Deus, porque fomos resgatados com o precioso sangue de Cristo, com o propósito que O glorifiquemos.
A pessoa que reconhece sua humildade sabe que não consegue seu sucesso sem que Deus o ajude. Não podemos achar que somos mais, ou melhor, que os outros, porque a qualquer momento Deus pode retirar de nós aquilo que lhe pertence.
Adam Clarke foi um pregador metodista dos primeiros tempos que ardia verdadeiramente por Deus e era colaborador de John Wesley. Ele dominava vinte idiomas. Estava decidido a usar todo o seu tempo para a glória de Deus. Enquanto outros dormiam ou gastavam o tempo com trivialidades, ele estudava, orava, e trabalhava. Durante vinte e sete anos usou os momentos desocupados para escrever seu grande comentário de oito volumes, que terminou de joelhos. Era amado por todos os seus companheiros ministros. A partir de 1805, quatorze anos depois da morte de Wesley, Clarke foi três vezes eleito presidente da conferência metodista.
A primeira vez em que o elegeram, ele sentiu-se tão indigno que os ministros tiveram de carregá-lo fisicamente, levá-lo até a plataforma e colocá-lo na cadeira do presidente. Mas uma vez ali, foi grandemente abençoado e usado por Deus como líder deles.
A pessoa espiritualmente humilde tem consciência constante de sua dívida para com Deus. Ela se assemelha ao homem que Jesus descreveu como tendo uma dívida tão grande que jamais poderia saldá-la (Mt. 18: 23-27). Como alguém pode retribuir o amor do Calvário? Como alguém pode deixar de sentir-se humilde diante de Deus tão misericordioso, gracioso e bom? Meça a sua humildade pelo seu senso de indignidade. Tiago escreveu: “Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará”. (Tg. 4:10).


sexta-feira, dezembro 13, 2013

O PERIGO DOS SERMÕES BREVES

Liturgia/Sermão 
Estamos na era das informações, nunca se viu tatos recursos para divulgação das notícias. A evolução nos meios de comunicação cresceu tanto, que até nos causa certa preocupação, onde vamos parar, até quando o ser humano vai progredir em suas pesquisas científicas, e a igreja como fica nesse contexto científico? Acorda liderança antes que seja tarde!
Infelizmente tem alguns segmentos da sociedade que estão regredindo. Infelizmente a igreja de Cristo está inserida nesse contexto, se mostra cada vez mais fraca e a sua estrutura teológica lembra os primórdios do Sertão. Sem dúvida os escolhidos para o arrebatamento também sofrem com esse quadro lamentável. Fala-se até na morte do púlpito segundo um dos artigos escritos por Gutierrez.
O culto que era de sessenta minutos passou a ser de cento e vinte minutos. Muito bom alguém pode pensar, mas ai que está o problema, tanto tempo para o culto, e o tempo da Pregação encurtou drasticamente. Estamos assistindo crentes anêmicos por falta de alimento espiritual. Tudo isso é culpa dos líderes que querem fazer a vontade da igreja e não olham para a necessidade das igrejas, que é seu crescimento espiritual na Palavra!
O tempo da pregação chega ser até de quinze minutos. O tempo restante fica ocupado com aquilo que não representa muito para o crescimento, nem correção e nem para salvação, pois esse papel é da pregação da Palavra de Deus. Tudo no culto é necessário, mas a Palavra deve ser prioridade. Estamos à beira de um caos se a liderança não estipular um tempo razoável para a pregação. Se isso não acontecer esses sermões breves deixará a igreja frente ao perigo iminente de decadência espiritual. Sem levar em conta que muitos sermões são de péssima qualidade sem nenhum preparo teológico. Enfiam os pés pelas mãos e se alguém reclamar é posto de lado.
As opiniões e sugestões divergem sobre a brevidade dos sermões, cabe a nós a escolha, e também depende do nosso potencial. Se formos capazes de executar com graça de modo que não venha causar, e nem gerar problemas para os sermões com o encurtamento do tempo, tudo bem. Aliás, o tempo do sermão automaticamente está sendo encurtado devido à grande quantidade de departamentos que atuam em todos os cultos, e os louvores tomaram a maior parte do culto, em alguns casos à coreografia e o jogral também. Quando chega o momento da pregação como já era de se esperar, os ânimos de alguns esfriam, alguns cochilam, outros conversam, porque o clima de agitação entre outras coisas tem que dar lugar às vezes a um pregador calmo, tranquilo, falando normalmente, isso é visto no meio pentecostal como pregador frio sem o calor do Espírito Santo, quase todos, infelizmente pensam assim.
O problema do tempo mínimo para a mensagem era muito contestado por algumas pessoas do século passado. “Essa tendência tomou impulso no começo do século XX, de tal maneira que um professor teólogo inglês protestou veementemente”. Pelo que podemos observar esse problema não é recente, “lembremo-nos de que foram escritas numa época em que as mensagens evangélicas se tornavam cada vez mais curtas”. Se no início do século XX esse problema da brevidade dos sermões foi considerado ruim para a igreja sendo assim, todos nós devemos ponderar sobre esta advertência, segundo o pensamento crítico de Blackwood: A exigência de sermões breves por parte dos cristãos é uma das influencias mais fatais na destruição da pregação, no sentido mais puro da palavra. Como podemos pregar, se sentimos que a congregação colocou um relógio em nossos lábios? É possível que a brevidade seja a alma da finura do espírito, mas o pregador não é um espirituoso. Quanto aos que dizem querer pouco sermão, porque vêm adorar a Deus e não ouvir homens, estes ainda não compreenderam os rudimentos da ideia principal do culto cristão. Um cristianismo de “sermõezinhos” é um cristianismo de pouca fibra
Para uma pregação breve, tudo depende de Deus, da habilidade e do estilo do pregador. “Para Lutero o essencial como “princípio básico vale o seguinte”: Deve-se ensinar e pregar aquilo que é conveniente e próprio, de acordo com o tempo, o lugar e as pessoas; Lutero tinha uma coisa que não suportava, eram pregadores com “palavreado vazio””: O que existe mais em nosso meio é pregadores com ares de grande eloquência. “O Doutor M. L. disse: Há muitos pregadores que são eloquentes, mas que não dizem nada, só palavras; sabem fazer muito palavrório, mas não ensinam nada direito”. (Kirst). 

sexta-feira, dezembro 06, 2013

COMUNICAÇÃO E LITURGIA CRISTÃ

Sociologia/religião
A Ciência constata. O homem só é homem (pessoa no sentido sociológico) quando está em comunicação como outros homens, a partir dos chamados grupos primários. Arthur Ramos registraria em sua introdução à Psicologia Social: “O homem isolado é um mito. A sua personalidade só pode ser compreendida dentro do jogo complexo de influências ambientais – físicas, sociais, culturais”. Park é mais radical quando afirma que “o homem não nasce humano”. Isto é o homem precisa interagir-se com seus semelhantes para viver em sociedade, tanto civil como eclesiástica.
A comunicação da mensagem cristã não deve nem pode se restringir aos serviços litúrgicos realizados nos templos.
Podemos considerar a dimensão universal estabelecida por Jesus Cristo, através da expansão missionária: “Ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda Judéia e Samaria e até aos confins da terra”. (Atos 1:8). A comunicação da mensagem cristã como realidade que não se esgota em proclamações orais tão somente, para confundir-se com atos encarnados de vida; com a própria mensagem-ação.
Porém, parece-nos próprio uma referência especial à comunicação como deve ser exercida nos Templos onde tantos se congregam para o contacto criador com a Palavra de Deus. Queremos particularizar agora a comunicação através do diálogo pluri-dimensional, que é o culto cristão.
Todas as noções já consideradas sobre o lastro cultural – até um tipo de nacionalismo – e a necessidade de encarnar os conceitos abstratos, a urgência de contínua flexibilidade, etc. – como pontos necessários no processo de comunicação da mensagem cristã eterna e universal – devem nos orientar no trabalho de organizar as liturgias de nosso culto.
Quem recebe a missão de programar as liturgias precisa, porém, conscientizar-se de algumas grandes verdades ligadas indissoluvelmente à tarefa.
Primeiro, a compreensão de que liturgia não é um programa feito momentos antes do início do culto, sem unidade nem preocupação de receber e comunicar a mensagem.
A despeito da falta inexplicável de atenção para com a liturgia – que se pode traduzir em desordem litúrgica ou na enervante liturgia-rotina, precisamos lembrar que aqui se encontra um dos caminhos principais para fazer do culto o veículo poderoso de comunicação que ele de fato deve ser: preparação séria e cuidadosa.
A outra grande verdade ligada à tarefa litúrgica excede à preparação séria e cuidadosa, porque depende também de sensibilidade.
Não são todos que podem programar uma liturgia criativa porque nem todos possuem a necessária sensibilidade. É preciso sensibilidade para sentir o povo que participará do serviço litúrgico. Saber que, também neste setor, não podemos fazer transplantes postiços e artificiais nem imposições individualistas. A liturgia nasce do povo e só tem vida no serviço de culto e adoração desse povo. Ousaria dizer que os programas litúrgicos precisam ser diferentes em cada Comunidade específica, para que haja comunicação verdadeira de todos com Deus e também de todos entre si. Existem pontos comuns em todas as liturgias, mas há também singularidade que apenas com aguda penetração e sensibilidade poderemos formular para cada Comunidade específica.
Terceira verdade vinculada ao assunto que não podemos deixar de mencionar é que, acima da sensibilidade humana, a liturgia surge da comunhão contínua do povo cristão com Deus, e perde toda a dimensão de comunicação divina quando se resume tão somente num exercício intelectual ou avaliação psicológica do meio.
É Deus que dirige, através do Espírito, a elaboração litúrgica feita pelo seu povo. O melhor exemplo que poderíamos oferecer seria a menção das liturgias que a própria Bíblia registra.
Diremos, em resumo, que a liturgia, assim como aconteceu com a formação canônica da Bíblia, deve embasar-se no povo de Deus – no caso, em uma Comunicação específica do povo de Deus – e crescer como fruto da comunhão desse povo como o seu Senhor. Só assim terá toda a força comunicativa com relação a esse mesmo povo e a todos aqueles que participem de seus cultos-diálogos.
Jonas Neves Resende.


sábado, novembro 30, 2013

OS PÚLPITOS DAS RUAS E DAS PRAÇAS ESTÃO VAZIOS



Missões Urbanas
Nos dias atuais, muitos irmãos não estão levando em consideração os pregadores ao ar livre. Esses pregadores nos lugares públicos são como representantes das vozes que estão presas dentro das paredes eclesiais. Considerando que, desde Noé até João Batista, Jesus, os Apóstolos e Paulo foram grandes homens de pregação pública.
A proporção de pregação que envolve desde o Antigo e o Novo Testamento soma mais de 90% dos sermões pregados para um público diversificado. Os profetas como Jeremias recebeu de Deus a ordem para proclamar a mensagem do Senhor publicamente. “E disse-me o Senhor: Apregoa todas estas palavras nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém, dizendo: Ouvi as palavras desta aliança, e cumpri-as”. (Jr. 11: 6). O Templo judaico era muito frequentado pelos religiosos, mas nas ruas estavam os homens sem nenhuma orientação espiritual. Mas Jesus ia buscá-los juntamente com os seus apóstolos em diversos lugares públicos fora do Templo de Jerusalém.
White comenta a respeito dos pregadores dizendo que surgiu no início do séc. XIX no oeste americano a tradição da fronteira, que trouxe consigo uma novidade como forma litúrgica da palavra. A necessidade de fazer com que os irreligiosos tivessem a oportunidade de participarem dos cultos, fez com que eles começassem a realizar seus cultos ao ar livre ou em tendas. Os pregadores procuravam concentrar uma grande parte da população para ouvir a pregação da Palavra.
Tendo em vista a grande concentração de pessoas dentro das igrejas que ouvem diariamente diversos sermões, cabe a nós uma reflexão sobre o trabalho de pregação pública. O trabalho dos pregadores em lugares públicos está muito desgastado, é lamentável porque no passado essa forma de pregação chegou a ocupar lugar de destaque entre muitas denominações, entre elas era muito forte a participação pentecostal exercida por um grupo de pregadores voluntários, muito deles eram leigos, mas faziam a obra missionária ao ar livre com muita garra, determinação e acima de tudo com amor incondicional.
No princípio da Igreja, os púlpitos das ruas e das praças estavam vazios, mas aos poucos foram sendo ocupados por grandes pregadores ilustres, como: Jesus e seu colégio apostólico, e depois deles vieram outros personagens bíblicos pregando o Evangelho do Reino a todos. Num período mais recente tivemos grandes pregadores públicos. Destacamos: Jerônimo Savanarola, Martinho Lutero, João Calvino, Charles Haddon Spurgeon, George Whitefield, Christimas Evans, João Wesley, Paulo leivas Macalão entre tantos outros, e muitos pregadores anônimos continuam expandindo a Obra de Cristo em nossos dias, inclusive o pesquisador.
Segundo dados históricos sobre a vida de George Whitefield foi dito que não havia prédios, auditórios suficientes para comportar a grande multidão que queria ouvi-lo “e, nos países onde pregou, armava seu púlpito nos campos, fora das cidades”. Para Whitefield lhe foi atribuído “o título de príncipe dos pregadores ao ar livre, porque pregava em média dez vezes por semana, e isso fez durante um período de trinta e quatro anos, em grande parte sob o teto construído por Deus, os céus”.
Viola um dos grandes Teólogos da atualidade também enfatiza o grande ministério de pregação pública de Whitefield: Primeiramente, os evangelistas fronteiriços alteraram a meta da pregação. Sua meta exclusiva era a conversão de almas. Dentro da cabeça do evangelista, não havia outra coisa no plano de Deus a não ser a salvação. Esta ênfase teve sua origem na pregação inovadora de George Whitefield (1714-1770). Whitefield foi o primeiro evangelista moderno a pregar ao povo ao ar livre. Ele deslocou a ênfase da pregação do plano de Deus para a Igreja, para a pregação do plano de Deus para o indivíduo. A noção popular de que “Deus ama você e tem um plano maravilhoso para sua vida”.
John Wesley estava “com a idade de 70 anos, pregou a um auditório de 30 mil pessoas, ao ar livre, todas as pessoas puderam ouvi-lo claramente”. Wesley estava com a idade bem avançada, mas isso não o impedia de pregar com muito vigor e destreza. “Aos 86 anos fez uma viagem à Irlanda, na qual, além de pregar seis vezes ao ar livre, pregou cem vezes em sessenta cidades”. 
Que maravilha, que benção de Deus, que possamos ser imitadores desse grande servo de Deus!
Havia também um Evangelista pouco conhecido em nosso meio, que foi incluído entre os grandes pregadores do seu tempo. Estamos nos referindo a Christmas Evans, que demonstrou perante uma grande multidão o seu talento como um grande Evangelista. Tinha o dom da pregação, e pregava extraordinariamente. Certa vez levou uma multidão, cerca de “15 a 20 mil pessoas, de temperamento e sentimentos vários, a ouvi-lo com a mais profunda atenção”. “Nas igrejas, não cabiam as multidões que iam ouvi-lo durante o dia; à noite, sempre pregava ao ar livre, sob o brilhar das estrelas”.
Um dos grandes pastores das Assembleias de Deus no Brasil, Paulo Leivas Macalão iniciou seu ministério de pregação ao ar livre no Estado do Rio de Janeiro. “Tocando seu Piston (Trompete) e Violino testificando e proclamando a mensagem do Evangelho em todas as praças e centro da cidade”.
Que o exemplo e a iniciativa desses grandes homens de Deus possam influenciar-nos a colocar nossas mãos nesse trabalho de evangelização pública, afinal, os púlpitos das ruas e das praças estão vazios.


quinta-feira, novembro 21, 2013

A INQUISIÇÃO EM PORTUGAL



História/Cristianismo       
Podemos observar que o Cristianismo esteve envolvido com desafetos de alguns religiosos influentes, imperadores e reis. Se o Cristianismo fosse tão mau quanto às acusações que lhe foram atribuídas, por que então ele não foi dizimado da faca da terra? A resposta está em quem constituiu o Cristianismo, o próprio Deus. D. Manuel foi um instrumento usado por Deus para proteção do seu povo. Vale à pena servir a Deus!
Achei por bem colocar um pouco de História sobre a Inquisição em Portugal para nossos irmãos leitores, que poderão observar o quanto a Inquisição era intolerante para com os cristãos e os judeus religiosos e irreligiosos.  

Acesse o Translate  Google Tradutor no Rodapé do Blog p/ ler em outro idioma. 
Issac Izecksohn
O rei de Portugal, D. Manuel I, desejando tornar-se rei único de toda a península ibérica, havia casado com a filha dos Reis Católicos da Espanha.
Para obter o consentimento desses soberanos fanáticos, havia concordado em expulsar os judeus de seu reino e obrigar os que ficassem a aceitar o batismo. Mas não concedeu navios aos que se recusavam a converter-se, e, na data em que expirava o prazo de saída (saída impossível), em 30 de outubro de 1947, obrigou todos os judeus a converter-se a força.
Mas o parlamento espanhol, as Cortes, escolheu como herdeira do trono a outra filha do casal reinante.
Vendo ruir todas as suas ambições, D. Manuel, pleno de despeito, mas podendo voltar atrás em sua ordem de conversão dos judeus, expediu uma segunda ordem, muito estranha num monarca católico: proibiu que durante vinte anos se castigasse quem tivesse praticado qualquer ato contrário à religião cristã. Era como já dissemos a oficialização do criptojudaismo.
Tendo sido preso um grupo de cristão novos surpreendidos comemorando o Pessach à moda judaica, o rei mandou soltar os “hereges”. E puniu as autoridades que haviam violado sua ordem de tolerância... Mas o veneno anti-semítico estava lançado...
INCITAÇÃO DO POVO A VIOLÊNCIA CONTRA OS CRISTÃOS
Os padres dominicanos, os mesmos que na Espanha dirigiam a Inquisição, começaram a semear a desconfiança e o ódio entre o populacho. Surgiram denuncias de que os cristãos novos judaizavam. Os autores das acusações foram censurados e os acusados foram deixados em paz. A agitação apesar disso continuava. Em 1504 vários conversos foram insultados por uma turba de rapazes. Reagiram com espada e feriram alguns. Os rapazes foram condenados a açoites e degredo perpétuo para São Tomé. A última parte da pena foi suprimida a pedido da rainha (filha dos reis católicos).
MASSACRE DE CONVERSOS EM LISBOA
Mas no dia 15 de abril de 1506, quando um cristão novo teve a imprudência de duvidar de um suposto milagre (uma luz na imagem de um santo) na igreja dos dominicanos, dois frades indignados começaram a bradar: “Blasfêmia! Blasfêmia!” e exigiram o castigo do infeliz, que foi imediatamente massacrado. A seguir, a massa correu ao bairro dos cristãos novos e começou a assaltar as casas a roubar, a violentar as mulheres, a matar e arrastar todos, vivos, feridos e mortos, até as praças, onde eram improvisadas grandes fogueiras para queimá-los. Vagabundos, ladrões, marinheiros dos navios ancorados no porto tomaram parte nas desordens. As autoridades foram impotentes, e durante vários dias a cidade foi dominada por uma espantosa orgia de violências, atingiu também os lares de muitos cristãos velhos.
A TERRÍVEL PUNIÇÃO DOS MASSACRADORES
D. Manuel encontrava-se em Avis. Quando teve notícia dos fatos mandou que as tropas reprimissem as desordens com a máxima severidade. Muitos desordeiros foram mortos nas ruas. Outros foram aprisionados, entre eles os dois padres provocadores da anarquia. Foram todos condenados à fogueira, depois de lhes serem decepadas as mãos. Os outros dominicanos foram expulsos da cidade.
A cidade de Lisboa, por não ter reagido convenientemente, perdeu todos os seus privilégios. Os culpados de omissão ou negligência também foram punidos. As devassas e os processos continuaram durante vários anos. E toda pessoa que tivesse tomado parte nas desordens era condenada a perder todos os seus bens.
Depois deste triste episódio os cristãos foram beneficiados com muitos privilégios, que sem a permissão do rei D. Manuel era impossível conquistar.
D. Manuel faleceu em 1521, após ter prorrogado, em 1516, por mais dezoito anos a lei de proteção aos cristãos novos contra qualquer sindicância. Sua morte foi muito chorada por todos os ex-judeus portugueses, apesar de ter sido ele que lhes impôs o batismo forçado vinte quatro anos antes. 
Mas o que importa é que ele cumpriu o que prometera aos cristãos e judeus.


sexta-feira, novembro 15, 2013

RESSUSCITADOS COM CRISTO NOS LUGARES CELESTIAIS

Homilética/Sermão Bíblico
Com tanta falta de amor e esperança no porvir e no Reino Celestial de Cristo. Pensando assim achei por bem colocar para meus irmãos leitores esse Sermão. Se você quiser poderá pregá-lo em sua Congregação, mas antes, ore pedindo direção a Deus.
Aos Colossenses 3: 1 (Celestial: Alto, elevado, excelente, sobrenatural).
Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”. Portanto: (Logo, por conseguinte, (lógico) consequentemente).
Tema: Como Deve Ser a Vida do Crente Ressuscitado com Cristo?
Proposição:
O crente ressuscitado com Cristo deve viver em novidade de vida buscando as coisas de cima, onde Cristo está assentado à direita do Pai, conforme nos prometeu foi preparar nossas moradas nas mansões celestiais.
Introdução
Ao recebermos a Cristo como nosso Salvador nascemos de novo (Jo. 3:7), e nos tornamos novas criaturas (IICo. 5:17). Consequentemente ao passarmos pelo batismo comemoramos simbolicamente a nossa morte e ressurreição semelhante à de Cristo. Como crentes ressuscitados sem dúvida precisamos buscar as coisas que são de cima, e também precisamos trabalhar na evangelização a favor do Reino de Deus, onde Cristo está assentado à destra de Deus aguardando o arrebatamento da sua Igreja.
Ø “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo,” V.1(a).
  1. O Crente Ressuscitado Deve Andar em Novidade de Vida com Cristo. (Rm. 6: 4; Ef. 2: 6).
 De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida (inovando, qualidade de novo)”. (Rm. 6: 4). É a morte do velho homem no pecado.
 “e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;” (Ef. 2: 6). (Alto, elevado, excelente, sobrenatural). Esse assentar nos lugares celestiais significa que agora estamos em condições de andarmos com Cristo, como crentes espirituais, mesmo estando em nossos corpos mortais.
      2. O Crente Ressuscitado Deve Andar Como Nova Criatura em Cristo (II Co. 5:
17; Gl. 6: 15).
A novidade com Cristo é o contínuo processo do caminhar conforme a Sua vontade, apesar das nossas limitações, o que conseguirmos fazer é o melhor que podemos dar de nós para Cristo, ou seja, precisamos andar em santificação.
Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. (IICo. 5: 17). As atitudes e os nossos novos atos têm que condizer com nova realidade de vida.
Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura”. (Gl. 6: 15). Um rito dos judeus quanto à circuncisão do corpo em contraste com os pagãos segundo a visão que os judeus da Galáxia tinham dos outros povos, principalmente os cristãos, que diziam que a circuncisão era operada em seus corações.
Ø “buscai as coisas que são de cima”, V. 1(b).
1. O Crente Ressuscitado tem Compromisso com o Reino de Deus. (Mt. 6. 33; Mc. 1: 36-38; Mc. 16: 15).
Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”. (Mt. 6: 33). O compromisso maior do cristão é a divulgação do Reino de Deus.
E seguiram-no Simão e os que com ele estavam. E, achando-o, lhe disseram: Todos te buscam. E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue, porque para isso vim”. (Mc. 1: 36-38). Esse compromisso foi realizado por Cristo conforme escreveu Marcos nos versículos acima, e serve como modelo de vida para nós.
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. (Mc. 16: 15). É um mandamento muito sério, infelizmente muitos não estão levando a sério.
“onde Cristo está assentado à destra de Deus”. V. 1(c).
1. Para os Crentes Ressuscitados Cristo foi Preparar as Moradas Celestiais. (Ef. 1: 18-20; Jo. 14: 2, 3; Ef. 1: 3).
tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos e qual a sobre excelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e pondo-o à sua direita nos céus,” (Ef. 1: 18-20). É uma passagem muito forte e uma esperança para os cristãos, as moradas que nos aguardam no porvir assim que se concretizar o arrebatamento da Igreja gloriosa. É somente para os cristãos convertidos que crerem.
Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também”. (Jo. 14: 2, 3). (RA). O lugar já está preparado é só tomar posse para a vida eterna.
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo,” (Ef. 1: 3). O que Deus nos prometeu em Cristo não pode ser anulado por nada, porque Deus prometeu assim será cumprido para a sua Igreja que aguarda esse momento.
Conclusão
Além de vivermos em novidade de vida. Precisamos pensar menos nas coisas terrenas, e pensar mais nas coisas que são de cima. Viver em novidade de vida é ser anunciador das boas novas. A nossa obra não se resume somente dentro da Igreja. Vir Igreja é uma necessidade. Buscar as coisas do alto é uma obrigação imposta por Cristo. E fazer a sua vontade na pregação do Evangelho é o nosso maior compromisso com Cristo.   

sexta-feira, novembro 08, 2013

A NATUREZA RELIGIOSA

Filosofia/Reflexão
Ainda que incompreendido por alguns Nietzsche não poupava palavras contra o sistema político e religioso por manipular seus seguidores, que escravizava o povo em nome da religião e ainda por cima exercia o poder absoluto sobre os mais fracos e ignorantes por falta de conhecimento do que realmente a religião poderia oferecer.

Nietzsche
O filósofo tal como nós o entendemos, nós, espíritos livres – como o homem da responsabilidade mais ampla, que se preocupa com a evolução total do homem: esse filósofo se utilizará das religiões para a sua obra de educação e cultivo, do mesmo modo que se utilizará das condições políticas e econômicas do momento. A influência cultivadora, seletiva, isto é, tanto destrutiva quanto criadora e modeladora, que se pode exercer com ajuda das religiões, é sempre múltipla e diversa, conforme o tipo de homens colocados sob seu domínio e proteção. Para os fortes, independentes, preparados e predestinados ao comando, nos quais se encarnam a razão e a arte de uma raça dominante, a religião é mais um meio de vencer resistências e dominar: é um lasco que une dominadores e súditos, e que denuncia e entrega àqueles a consciência destes, o que neles é mais íntimo e oculto, que bem gostaria de se subtrair à obediência; e se algumas naturezas de origem nobre se inclinarem, por uma elevada espiritualidade, a uma vida mais afastada e contemplativa, guardando para si apenas a mais refinada espécie de domínio (sobre discípulos eleitos ou irmãos de ordem), a religião pode ser usada inclusive como meio de obter paz frente ao barulho e á fadiga de modos mais grosseiros de governo, e limpeza frente á necessária sujeira de toda política.  Assim fizeram os brâmanes, por exemplo: através de uma organização religiosa atribuíram-se o poder de nomear reis para o povo, mantendo-se e sentindo-se fora e á margem, como indivíduos de tarefas superiores e supra-reais. Entretanto a religião também fornece, a uma parte de dominados, orientação e oportunidade de prepara-se para dominar e comandar algum dia: àquelas classes e camadas que sobem lentamente, nas quais não param de crescer, mediante felizes costumes matrimoniais, a força e o prazer da vontade, a vontade de autodomínio – a elas a religião oferece estímulos e tentações suficientes para percorrer o caminho da espiritualidade superior, para colocar á prova os sentimentos da grande superação de si mesmo, do silêncio e da solidão – ascetismo e puritanismo são meios de educação e enobrecimento quase indispensáveis quando uma raça pretende triunfar de sua origem plebéia e ascender ao domínio futuro. Aos homens ordinários, enfim, o grande número que existe para o serviço e para utilidade geral, e que apenas assim tem direito de existir, a esses a religião proporciona uma inestimável satisfação com seu estado e seu modo de ser, uma reiterada paz do coração, um enobrecimento da obediência, mais alegria e mais dor em comum com seus iguais, e alguma transfiguração e embelezamento, alguma justificação de toda cotidianidade, de toda a baixeza, toda a pobreza semi-animal da sua alma. A religião e a significação religiosa da vida lançam um raio de sol a essas criaturas atormentadas e lhes tornam suportável inclusive a própria visão, tem o efeito que uma filosofia epicurista costuma ter em sofredores de uma categoria mais elevada, aliviando, refinando, como que se aproveitando do sofrimento, chegando inclusive a santificá-lo e justificá-lo. Talvez não haja, no cristianismo e no budismo, nada tão digno de respeito como a sua arte de ensinar mesmo os mais humildes a se colocar, pela devoção, numa ilusória ordem superior de coisas, mantendo assim o contentamento com a ordem real, no interior da qual vivem tão duramente – dureza essa que é tão necessária.



quinta-feira, outubro 31, 2013

A DISCRIMINAÇÃO DOS DIZIMISTAS

Igreja e Sociedade
Quem já não ficou por algum motivo sem dar seus Dízimos?
Somos a favor dos Dízimos, mas não da forma errada que estão cobrando da igreja.
As inovações que estão entrando nas igrejas são espantosas. Poderíamos dizer que algumas são como heresias. Se a Bíblia é nossa regra de fé e prática, então tudo que for acrescido à liturgia, sem respaldo bíblico, constitui-se em um gravíssimo erro. Fazem de tudo para arrecadar fundos, e a promessa de vitória para ao Dizimistas são as mais nobres, porém, as ameaças para quem não dão seus Dízimos são às vezes aterrorizantes. Citam como exemplo, a praga dos gafanhotos, que não tem nada a ver com os Dízimos. Sem contar à vergonha que eles passam ao vivo, porque todos sabem quem são os Dizimistas, porque seus nomes constam na lista exposta no quadro de avisos, e lida no Caderno mensalmente no Culto de Ceia do Senhor.
Quando um membro da igreja por algum motivo deixa de levar seus Dízimos aos cofres da igreja, ele é taxado de ladrão em público e até nas reuniões de Obreiros. Para isso eles aplicam fora de contexto Malaquias 3:10. Mas se os ladrões não herdarão o Reino dos céus, os Dizimistas faltosos ficam preocupados com sua vida espiritual, e muitos acabam por sair da igreja por não ter condições de dar seus Dízimos, e por vergonha dos outros também. Até parece que os dízimos estão atrelados a salvação. Isso lembra as indulgências. Quem diria que até igrejas idôneas apelariam dessa forma, para levantar dinheiro para se manterem financeiramente. Elas não precisam apelar tanto.
E o que é mais interessante é que os líderes não querem saber se as pessoas estão passando por dificuldade financeira, eles simplesmente dizem que a pessoa não tem fé.                                                                         Então, o Dizimista em falta sofre todo o tipo de discriminação, ele é deixado de lado e todos percebem seu abandono, não prega mais e não é muito bem visto para outras atividades. Estão fazendo barganha, que vergonha para os cristãos esse tipo de discriminação.  Os Dizimistas fiéis como eles chamam assumem todos os postos da igreja. Principalmente se o Dízimo for maior, então ele é mais agradado que os outros. Parece uma disputa quem dá o maior Dízimo sempre será o mais importante. Muitos irmãos estão insatisfeitos com esse tipo de comportamento que alguns pastores leigos vêm tomando. Até Ceia do concerto inventaram só toma a Ceia quem for Dizimistas. Onde é que vemos Cristo fazendo isso, ou Paulo? Que apelação ridícula!
Ser a Bíblia diz para não fazer acepção de pessoas como fica essa situação?
O Caderno da Vergonha. 
Se não bastasse tanta pressão sobre os Dizimistas em falta, eles inventaram o Caderno da Vergonha, (discriminatório) porque quem paga os Dízimos seu nome aparece no Caderno e no papel fixado no quadro de avisos. Quais seriam os problemas que acarretariam esse procedimento por parte da igreja? Muitos! É interessante notar que eles sabem que estão fazendo errado. Eles estão fazendo isso de forma conscientemente, por que as reclamações são muitas, mas eles não ouvem. Os Dizimistas fiéis ainda olham com desconfiança para os irmãos em falta com seus Dízimos.
Vejamos os problemas que implicam essa atitude errada da igreja.
1. Quem autorizou que os nomes dos Dizimistas constassem nesse caderno, que base bíblica eles podem alegar para esse procedimento eclesiástico, ou mesmo civilmente?
2. Se a igreja não divulga suas entradas dos Dízimos, então porque expor em público os nomes dos Dizimistas em falta, isso é algo muito pessoal para ser exposto ao público.
3. O Culto de Ceia é usado para esse tipo vergonhoso expondo as pessoas ao vexame, e ao ridículo, além do mais, quem quiser sair mais cedo para não ouvir esse relatório é chamado atenção em público. Esse é outro tipo de constrangimento, e falta de ética de quem está dirigindo o culto. Está faltando Escola Teológica para esses irmãos.
O Culto de Ceia não é para tratar dessas coisas, mas eles dizem que é Deus quem está mandando, e o Cristo da Ceia fica esquecido no meio das mensagens de cunho financeiro e de outros assuntos impertinentes ao significado da Ceia do Senhor. Muitos vêem essa atitude errada e não fazem nada para melhorar, a tendência é só piorar. Está na hora de nos preparamos porque Cristo está voltando! 
4. Por se tratar de discriminação e o nome dos que não aparecem nesse Caderno Vergonhoso, isso poderia provocar sérios problemas para a igreja. Quem inventou essa coisa antibíblica? Como ficam os nomes das pessoas envolvidas nesse escândalo, por que elas estão sendo vítimas desse procedimento consciente da parte dos líderes das igrejas envolvidas. Quem vai tomar providências já que isso está errado?
5. Onde está escrito nas Escrituras Sagradas esse procedimento? Então isso é ilegal.
Caros irmãos se continuarmos aceitando as inovações que estão invadindo nossas igrejas vai chegar um dia em que voltaremos às práticas das coisas passadas.
Esse fato discriminatório, só reiterando, nos reporta as indulgências que só se salvavam quem depositasse uma moedinha nos cofres da igreja romana. Hoje se forçarem mais um pouquinho vão dizer que quem não pagar os Dízimos também não entrará no Reino dos Céus. Quem diria que chegaríamos a esse retrocesso espiritual. Reflitam bastante! 





                  

sexta-feira, outubro 25, 2013

Sermão Disparador Improvisado

Teologia Prática                                                 

Um dos maiores problemas da igreja cristã (pentecostal) no momento é a pregação. Basta trocar algumas palavras com os irmãos e logo se percebe a gravidade do problema. Está havendo um clima de insatisfação e ninguém ousa tomar providências sobre a questão das péssimas pregações que tem invadido os púlpitos das nossas igrejas.
Muitos pregadores leigos até pastores com curso de Teologia enfiam os pés pelas mãos com o intuito de agradar a igreja, e essa por sua vez retribui com glórias e aleluias sem perceber que o sermão está sento incompatível com as Escrituras, e o que se percebe é puro sensacionalismo, onde a reflexão não tem nenhum peso de bom senso.
Além do mais, esse tipo de sermão disparador improvisado é um dos mais perigosos, porque coloca as pessoas umas contra as outras. Se você nunca ouviu um sermão disparador de improviso preste mais atenção. Geralmente ele se mistura disfarçadamente com os textos bíblicos sugeridos, mas a intenção do pregador é soltar seus ataques, mas ele chama isso de exortação para a igreja.  
 Prof. Mestre Expedito Darcy da Silva.    
Chega à hora da pregação e chega também a hora semelhante à vingança, parece estranho, mas você certamente já ouviu coisa parecida, ou não?
Sermão disparador improvisado é isso mesmo, porque na maioria das vezes pode acontecer com o pregador utilizar esse tipo de pregação. É só observar alguns sermões e você logo irá perceber do que estamos falando. Pois bem, todas as vezes que alguém dispara seu sermão contra alguém pode ser por questão particular, ou pública, mas isso já aconteceu e pode infelizmente continuar acontecendo na Igreja. O púlpito é um lugar santo. Temos que usá-lo para edificação das pessoas e para dirigir mensagem de salvação aos que vão se entregar a Cristo.
Segundo Marinho esse sermão é chamado de sermão metralhadora, usado para disparar, machucar, ferir as pessoas e até pode matá-las espiritualmente. Geralmente esse sermão é contra um grupo de pessoas com ideias diferentes, contra a diretoria da igreja, contra uma pessoa pecadora ou, seu rival, pode ser também contra a congregação. Seja qual for a problemática em que o pregador esteja envolvido, o púlpito não é lugar para esse tipo de conduta.
Infelizmente é o momento oportuno para pregador, porque está escondido atrás do microfone, não precisa se preocupar em falar com a pessoa faltosa, ou descarregar seu desafeto contra alguém, porque do seu lugar no púlpito, ninguém vai refutá-lo.
Nesse momento oportuno o pregador dispara contra seu adversário com o pretexto de “chamar o pecado pelo nome”. Marinho continua dizendo que: Li num livro que as pessoas estão se afastando das igrejas pelo motivo de serem afligidas em alguns cultos por certos pregadores mal educados e cruéis. (MARINHO, 1999). Esse sermão além de ser inviável pode causar dissensões porque é considerado como um sermão de péssimo improviso e de mau gosto.
Atentemos para as palavras do apóstolo Paulo endereçado ao jovem pastor Timóteo. “Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina”. (IITm. 4: 1, 2).

Antes de tudo, analise as pregações e tire suas conclusões. Estão pregando tudo menos a poderosa Palavra de Deus, cristocêntrica e profética. Se houver exceções são pouquíssimas!

sábado, outubro 19, 2013

O AMOR E A CRUZ

Poesia Cristã/Reflexão para a Vida
Prof. Mestre Expedito Darcy da Silva.
Pensando em Deus pensando em nós.
Amor! Seria possível mensurá-lo? Creio que não!
Poderíamos numa escala decrescente. Deus, Amor transcendente, indizível, mas na sua imanência contempla o abastado, o pobre e o desgraçado, o amor incondicional de Deus, que ama, por que na sua existência Ele é o Amor. O amor de Deus, não se explica, contempla-se.
É o Filho que brada na cruz, é o Pai que não ouve por que o amor do Pai processa-se na Sua morte, na morte do seu Amor, Cristo.
O Amor despiu-se da sua glória, viveu entre os piores malfeitores, mas o pior ato de desamor foi considerado entre os seus irmãos, um ato cruel foi ignorado, Ele foi deixado de lado sofreu o descaso do vitupério.
O Pai prova o seu amor no Filho, o Filho prova seu amor em você, em mim e em nós.
Não pedimos a morte de Cristo, nós nem sabíamos que Ele foi sentenciado à morte desde a fundação do mundo. Seu brado na cruz, ainda hoje ecoa em nossos ouvidos, mas o Pai o ignorou, foi preciso ver e sofrer a dor do seu Filho, eu ouvi, mas não posso revogar. Precisávamos que o Pai não o ouvisse, para que o Filho do seu sacrifício nos salvasse.
Naquela fria e rude cruz morreu um Homem experimentado na dor e no sofrimento. Enfrentou o que temos de pior dentro de nós: o desamor, o ódio, o rancor, mas o pior de tudo foi à amarga solidão dos seus. No balançar dos ombros de alguns Ele foi desprezado, sem amor e muito menos piedade.
Como muitos pensam. A cruz não foi somente símbolo de vexame e dor, mas de honra por uma das causas mais nobre, a sua, a minha a nossa salvação. Na Cruz morreu um por amor de muitos, valemos mais que o mundo inteiro, a cruz sabia disso e nada pode fazer, a não ser receber a honra da morte mais infame e desumana, sem nenhuma chance a sentença foi aplicada.
Cada um de nós merecia a sua cruz, mas Ele a assumiu por todos nós. Preferiu morrer sem nenhuma honra diante dos homens, no meio de homens marginalizados e também sentenciados assim como Ele foi.
Se fossemos artesãos faríamos uma cruz de ouro cravejada de diamantes e rubis, mas Ele não se achou digno de aceitá-la, era muita honra, muita glória, muito luxo, por que o amor verdadeiro se considera no esvaziar-se de todas as honras e de todas as glórias, que lhe são propostas. O amor não está baseado nos bens, mas na honra da humildade.
A verdadeira cruz do amor ofertou-se, pelo suplício, pela dor, pelo ódio dos que o mataram, na condição da mais baixa desumanidade, morte essa que foi abolida nos tribunais pela sua forma cruel e vergonhosa, ninguém se submeteria a ela com prazer em morrer como um ser considerado na mais baixa condição de um ser humano.
E a árvore? Sim e a árvore? Quem se preocupou com ela? Ninguém! A final, antes de tudo ela deu sua vida pela outra vida, ela precisava morrer, par mim e por você, para que todos nós tornássemos a nascer de novo.
Como tudo que Deus criou é belo, a árvore também era bela, linda, todos a admiravam, a sua copa abrigavam os homens do calor escaldante, os pássaros se aninhavam em seus ramos, constituíam suas famílias entre seus galhos, no alvorecer todos estavam postos sobres seus delicados galhos, e ofereciam a seu Criador os mais belos hinos, e a árvore juntamente com os pássaros, as borboletas e os insetos e todos os seus amiguinhos faziam parte daquela orquestra sinfônica.
Talvez aquela bela árvore não desse fruto, mas todos nós geramos frutos, uns maus, outros podres, outros secos, outros de justiça, outros estéreis.
Os frutos daquela árvore era a sua utilidade, quantas inutilidades sobre as árvores infrutíferas! O aquela árvore tinha de melhor ela sempre ofertava: frutos de amizade, do compartilhar, de estar juntos a todos que dela precisavam. Ela veio de Deus para todos e para nós, quanta utilidade minha querida árvore!
 Para os pássaros, para as borboletas azuis, para as formiguinhas que com muito carinho faziam suas cutículas, sua unhas eram as pequenas folhinhas cortadas pelos alicates das formiguinhas, quanta utilidade meu amor! Em fim Deus se alegrava com sua beleza, era para Deus sua árvore querida estimada, amada, à noite Deus aspirava ao soprar da brisa o seu doce perfume, entre os vaga-lumes que brilhavam suas luzes, que refletiam nas pequenas gotículas do orvalho que também se depositavam sobre si, que maravilha meu amor quanta utilidade minha querida!
A árvore não se ofereceu, nem sempre na vida temos as nossas melhores escolhas. Mas quando as escolhas provêm de Deus, assim como a árvore foi despida de toda sua honra e glória, resumindo-se apenas em um tronco inerte tombado no chão, a crueldade da serra, não teve piedade das famílias que dependiam dela. Meu Deus por que se permitiu que essa árvore tão linda, tão útil fosse resumida nesse desprezível tronco morto, inerte, quanta inutilidade desprezível tronco!
Das duas sentenças: Uma foi dita derruba-a! Derrubaram-na!
A segunda faça desse tronco quase inútil uma cruz como qualquer outra. Não a lustre, não a envernize, não lhe dê nenhum tratamento, simplesmente façam dela uma cruz. E fizeram dela a pior de todas as cruzes. Cruz de descaso, de vergonha, de infâmia, de solidão de dor, de morte.
Aquela que era admirada por Deus, pelos seres vivos do ecossistema, pelos homens, agora, ela simplesmente tornou-se um símbolo de vitupério. Ela não nos interessa mais, tornou-se aos nossos olhos o símbolo da inutilidade. Será?
Quando pensamos que somos inúteis, Deus reserva para nós um peso da sua glória, nos faz assentarmos entre os grandes e poderosos, nos dá um nome de honra: Mestre, filha, filho, serva, servo, amigo, amiga....
Às vezes somos despidos do que achamos que temos dado de melhor, mas não é bem assim que Deus nos vê. Nossos frutos tem que repercutir em harmonia de coração envolvido com a paz que excede a todo o entendimento.
A árvore foi arrancada do seu lugar, mas ao fincá-la numa cova fria, ela se posicionou como o instrumento que serviria para esmagar a cabeça da serpente. Que maravilha meu amor!
A morte da árvore, de um ser vivo que respirava e adorava o seu Criador, agora se tornou em um simples objeto frio sem vida. Deitaram-na sobre o chão, ela que sofrera a morte lentamente pelas serras e pelos machados, faltava-lhe provar os cravos, algo que penetraria nas profundezas do seu ser. Que sofrimento minha querida, quanta dor meu bem, quanta maldade meu amor!
Em fim chegou a hora! Deitaram a cruz no lugar mais baixo, o chão, dos que caem, dos que se rastejam, dos guerreiros feridos, dois vencidos, de todos os mortos! Fuja meu amor! Levanta lute não se entregue meu bem!
Naquela cruz fria, inerte foi deitado um grande Homem, suas costas estavam quentes pelas chibatadas dos carrascos, mas aquele calor delimitava-se em pecados, meus e seus. Uma multidão aglomerava-se ao derredor. Seus amigos viam-no de longe. Muitos são amigos de longe, nas horas que mais precisamos deles.
Na hora que Ele mais precisava de um abraço, davam-lhe açoites e cuspidas no rosto. A cruz era sua única amiga naquela dura hora.
Quantas vezes precisamos de um abraço, de um afago, e só recebemos chibatadas e cuspidas das línguas que sorvem e destilam venenos mortíferos! Há quantas inutilidades, quantas maldades daqueles que não nos abraçam e quer nos ver pelas costas, distantes de tudo e de todos.
Deitado sobre o madeiro seco estava o Cordeiro, e os cravos, essa era à hora da maior dor, o carrasco se posiciona com muito prazer de ver aquele grande Homem sofrer. Cada batida repercutia em um grande gemido. Que dor insuportável Filho querido, Papai te ama muito. Que obediência Filho meu!
Ao levantar a cruz, nela transpassado pelos cravos estava sobre Ele os nossos pecados. A multidão dos incultos gritava, o céu silenciou-se, e a natureza preparou-se para o pior momento. Pelo melhor momento a consumação de tudo.
A árvore se transformou em uma terrível cruz, e o Cordeiro transformou-se em o nosso Salvador.
As dores insuportáveis e o peso sobre a cruz era o fardo nosso de cada vida. Como nos acovardamos diante das coisas suportáveis, das coisas solucionáveis, das coisas que nos prendem, mas que podem nos matar. Quanta covardia meu amor!
Na sede Ele provou do amargo fel, do seu brado não foi atendido, mas da morte Ele triunfou.
Cristo nos disse: Está consumado – meus queridos, minhas queridas. Inclinou-se!
O céu se moveu, a natureza se prontificou, os covardes recuaram, os supostos amigos se aproximaram, os homens cruéis e frios de alma romperam-se em prantos e lamentos.
Deus estava entre nós e nós não o vimos, não o reconhecemos. Há se eu soubesse meu amor que Tu estavas entre nós eu tinha te amado mais, eu tinha te beijado mais, eu tinha te abraçado mais. Que inútil que eu fui meu amor, perdoa-me!
Quantas oportunidades nós perdemos de abraçar aqueles que nos amam, e muitas vezes choramos sobre seus corpos inertes. Vamos nos abraçar minha querida meu querido, pois a morte se aproxima a cada dia, a cada instante.
O Amor e a Cruz
Eles precisam caminhar juntos. Queremos o amor, mas não queremos nos submeter à cruz. O amor crucifica-se na autodoação, na entrega ao doador da vida, Deus. O amor não rejeita a cruz, submete-se ela.
O amor que se questiona, não é amor, o amor suporta a dor da cruz para cada dia. O amor recompensa-se no ato sublime frente ao Criador. Curva-se em dores, brada do alto da cruz, mas submete-se, entregar-se a dor, a morte, pelos seus, meus, pelos nossos pecados e ingratidões.
Somos partículas de dores, de desamores, porque rejeitamos as cruzes que nos foram propostas, para vivermos as nossas cruzes que idealizamos.
O Amor e a Cruz. Quem olha para os dois vê três. Quem olha para Deus vê um. Quem olha para Cristo vê o outro eu. E os três olham para nós e nos veem envoltos em tudo menos carregando a pequenina cruz, que nos foi ofertada.
Cristo nos disse: Tome a cada dia a sua cruz e siga-me. Quer seguir a Cristo? Vá as orações, aos congressos, aos cultos, as pregações, aos louvores, em todos os lugares possíveis para Deus, mas não se esqueça de levar em todos esses lugares a sua pequena cruz. Se não for assim! Que inutilidade meu bem!
O amor não se despe da cruz, assume-a.
Entre o Amor e a Cruz Cristo deve prevalecer
Por todos nós seu maior triunfo foi submeter
Por todos nós seu amor maior foi obedecer
Por todos se deixou sofrer
Por todos incondicionalmente realizou seu querer
Por todos nós seu destino foi morrer
Por todos pobres, ricos, bons e maus, deixou-se na sua morte seu eterno viver.
Sete palavras: Prevalecer, submeter, obedecer, sofrer, querer, morrer, viver.
Prevalecer: estar acima.
Submeter: estar à disposição.
Querer: a opção imposta.
Viver: alma que caminha.
Sofrer: Necessidade de quem ama.
Morrer: condição de viver. Eternidade com Cristo.







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