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sábado, outubro 05, 2013

O SUICÍDIO E A OMISSÃO SOCIAL

Psicologia/Sociedade
Suicídio um assunto muito sério, porém, não é de interesse de ninguém publicá-lo, mas achei conveniente comentá-lo, porém, o espaço não é propício para considerá-lo com mais profundidade. Faremos apenas algumas considerações para conscientização sobre esse grave problema social. Primeiro, por que nós os cristãos somos omissos quanto ao fato do suicídio, que tem se repetido com certa frequência entre pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade.
A igreja não tem feito ou programado nada a favor de pessoas com forte quadro depressivo e com propensão ao suicídio. Precisamos acompanhar juntos aos especialistas da saúde pessoas com esse tipo grave de problema, às vezes só remédio não é o suficiente. Precisamos cuidar também da alma dos nossos irmãos. A igreja e a sociedade não podem se omitir de prestar mais cuidados aos pacientes que apresentem alto grau de depressão. Tanto as igrejas como a medicina precisam caminhar juntas nessa jornada. O médico, psicólogo, psiquiatra e os pastores precisam estar unidos para cuidar das pessoas enfermas, com alto risco de cometer suicídio. Cada um na sua função sem interferir na função do outro. O pastor após o contato como a pessoa com problema depressivo deve orar por ela, a seguir encaminhá-la o mais rápido possível ao profissional da saúde competente para cuidar dela com base na medicina.
Se você está passando por alguma situação difícil e aos seus olhos não vê solução, ou saída para o seu problema. Ainda dá tempo para você refletir nessas palavras de Jesus. “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância”. (João10: 10). O diabo quer roubar sua vida física e também a sua vida espiritual.
Se teu fardo está pesado, ou quase insuportável Jesus tem uma alternativa para você: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma”. (Mateus 11: 28, 29). A morte premeditada não é solução para nenhum tipo de sofrimento, apenas uma das piores saída sem volta.
Quantas pessoas, até mesmo alguns crentes, em algum período de dificuldades não usaram essas expressões: Tenho vontade de morrer, essa vida é um inferno, não aguento mais essa vida! Deus leva-me desse mundo. Essa atitude com esse tipo de pensamento não provêm de Deus. Cuidado!
Por John White (As Máscaras da Melancolia).
“Para o que está entre os vivos há esperança: porque mais vale um cão vivo do que um leão morto”. (Eclesiastes 9: 4).
Viver não basta, é preciso viver bem. O homem sábio, portanto, vive o melhor que pode, não o mais tempo possível... Ele sempre há de pensar na vida em termos de qualidade, não em quantidade... Morrer cedo ou tarde não significa nada, morrer bem sim... Mesmo que seja verdade que havendo vida há esperança, a vida não deve ser comprada a qualquer preço. (Sêneca).
“Há certos assuntos sobre os quais costumamos falar frequentemente em tom de brincadeira,” escreve Karl Menninger, “como se quiséssemos evitar a necessidade de discuti-los seriamente. O suicídio é um deles. Tão grande é o tabu acerca do suicídio, que algumas pessoas nem pronunciam a palavra, alguns jornais não imprimem notícias referente a ele, até mesmo os cientistas têm evitado o assunto em termos de pesquisa”.
Já ouvi centenas, talvez milhares de sermões, mas nunca ouvi nenhum sobre o suicídio. Tudo o que eu consigo lembrar é algum comentário depreciativo, ocasional, colocando o suicídio entre os males da sociedade que nos rodeia.
As Escrituras dizem pouco sobre o suicídio. Descrevem apenas quatro, e um possível quinto, todos sem comentários. O suicídio de Judas Iscariotes, por exemplo: Depois de jogar as trinta moedas de prata sobre o pavimento do templo, diante do sumo sacerdote e dos anciãos, também se enforcou. (Mateus 27: 3-5).
O suicídio tem sido qualificado como homicídio próprio. Durante centenas de anos as vítimas do suicídio não foram sepultadas em cemitérios cristãos.
Vamos admitir que o suicídio, além de ser trágico, também é pecado. Vamos aceitar que a vida é um dom precioso de Deus e que a questão da vida e da morte pertence ao seu Autor. Vamos olhar para aqueles que tiram a sua própria vida com a mesma compaixão de Jesus, olhando para todos os pecadores. Na verdade, alguns suicidas pedem mais compaixão do que outros pecadores.
A cada minuto, de cada dia, alguém no Ocidente morre por sua própria mão. Os números reais de suicídios ou tentativas de suicídio aumentam a cada ano. É um problema que os cristãos têm totalmente ignorado, mas ao qual deveríamos estar ansiosos em ajudar.
Um dos Dez mandamentos está escrito: “Não matarás” (Êxodo 20: 13). Isto quer dizer que tirar a vida do seu próximo é contra o mandamento de Deus, levando-se em conta o suicídio, torna-se um homicídio contra a própria vida. No Livro do Apocalipse diz que os “homicidas” não entrarão na cidade celestial. (Apocalipse 22: 15).
A morte de Cristo não pode ser considerada vã e nem uma utopia, mas ela foi real com propósitos definidos. Resgatar os perdidos sem vida feliz e sem paz verdadeira. Cristo foi humilhado, cuspido, esbofeteado, rejeitado até mesmo entre seus irmãos. Mesmo inocente foi sentenciado à morte de cruz. Passou pelo pior tipo de morte entre os malfeitores, mas triunfou sobre ela e ressuscitou para nos dar vida e paz. Experimente mudar de vida! Experimente Cristo!
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3: 16). Decida-se por Cristo!

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