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sexta-feira, janeiro 17, 2014

UM CASAMENTO QUE NÃO DEU CERTO

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Igreja e Sociedade
Ainda que haja muita insistência entre a igreja e outros objetivos que não sejam compactuados com os princípios bíblicos, nesse caso a tendência pode ser a frustração ou vantagens para os aventureiros mais espertos. A igreja já tem muitos problemas sociais e não pode se aventurar, enveredando-se por certos caminhos estranhos. Tudo pode contribuir para um casamento que não de certo, como foi no princípio da Igreja Católica Romana que se deteve nesse contexto político e deixou o seu principal objetivo, que é pastorear vidas para o Reino de Cristo.
A Igreja Cristã ao longo de sua história passou por situações adversas, desde sua inauguração. De Jerusalém surgiram às perseguições, parecia o seu fim, devido às prisões, torturas e mortes pelas fortes mãos do Império Romano. As seitas foram surgindo, algumas se infiltraram nas Igrejas. Os pais da Igreja se levantam para defender as Igrejas dessas seitas. A tensão era muito grande, mesmo assim a Igreja perseguida crescia e por incrível que pareça ela praticava grandes obras sociais em meios aos grandes conflitos que assolava a igreja.
Desde o edito de Constantino, 313 d.C, até à queda de Roma, em 476 d.C, a Igreja tomou novo rumo. O período histórico de Constantino foi o mais influente, tanto para o bem como para o mal, foi uma suposta vitória do Cristianismo. A Igreja politicamente estava amparada pelo Imperador, na realidade havia troca de favores, a política era alimentada pelo casamento com a Igreja Cristã. Com a morte de Constantino a Igreja perdeu suas regalias. Foi um casamento que não deu certo, porque não foi um casamento legal e espontâneo houve muitas manobras por parte do Império Romano, por isso não prevaleceu. A partir da saída do Império Romano surge agora um novo tipo de governo, o papado que vai ditar novas regras. Com o surgimento da Igreja Católica Romana, a civilização ocidental ficou sujeita à custódia da Igreja, e não mais à custódia do Estado.
A princípio a Igreja Católica Romana mostrava-se promissora, formou-se um clero conservador criaram os concílios, que dariam apoio às doutrinas bíblicas, mas na realidade não era esse o seu objetivo principal. A Igreja procura se estabilizar politicamente, começa a envolver-se no campo social, defende os negros e os pobres. Conforme a visão de poder que detinha politicamente, surgem os conflitos sociais, devido à desigualdade entre a Igreja e o povo pobre. Com as revoltas políticas e sociais, a Igreja Católica Romana foi-se enfraquecendo, sua autoridade já não causava mais espanto, muito menos influência entre o povo. A Igreja que tinha domínio até sobre o Império, devido à influência deixada por Constantino, uma das influências estava na questão da nomeação do Imperador, pois a Igreja tinha poder de eleger e comandar, nos meios políticos de Roma, ele tinha autoridade para eleger seus políticos.
Com a decadência da Igreja Católica Romana, ela foi perdendo sua força política e social. Sem contar com o movimento maometano, que arrebanhou muitos adeptos, infelizmente para sociedade de nada valeu. Seus ideais eram voltados contra o Evangelho e seus seguidores. A Igreja fragilizada, sem forças diante de tal ameaça organiza o movimento das Cruzadas, que mancharia e derramaria muito sangue na história do Cristianismo. Nessa altura, a Igreja Católica Romana quase nada podia oferecer a sociedade, desgastada e sem conceito ético e moral, supostamente amiga do povo, se levanta contra os que lhes causavam perigo. A Igreja Católica Romana depois de muitas fases ruins, não consegue mais se reerguer, como podemos ver em nossos dias. Sua influência política é coisa do passado, hoje já não tem mais credibilidade, como nunca teve, pois detinha o poder pela força e a forte influência herdade de Constantino. Mas não podemos deixar de reconhecer muitos de seus trabalhos na área social. Principalmente nas classes mais pobres.
Convém lembrar que um dos grandes períodos da história da Igreja Cristã foi a Reforma Protestante, cumpriu o que tinha idealizado. Conquistou seu lugar verdadeiro na sua história. As Igrejas pós-reforma construíram seus nomes na história, tanto no contexto, histórico, político como no Evangelho social. No contexto cultural seu crescimento foi extraordinário, a cultura atingiu todas as classes sociais. E até nos dias de hoje estamos usufruindo desta benção que nos foi deixada, pelos grandes servos de Deus, que lutaram contra a desigualdade social de uma política mascarada, que estava nas mãos de um grupo seleto, visando seus próprios interesses.
Há pouco tempo um grupo pequeno tentou de novo influenciar e convencer a Igreja Cristã a se envolver na política, mas ainda que poucos assumam, fracassou, mas nos dias de hoje, ainda continua sendo um casamento que não deu certo, e dificilmente dará certo, se os objetivos políticos eclesiásticos não mudarem a sua visão para uma política voltada para Reino, com muito brilho e transparência.
No que diz respeito à bancada evangélica, entre os candidatos a maioria neo pentecostais de 1970 a 2000, foi significativa sua ascensão. A Igreja contextualizou politicamente, com o apoio dos evangélicos formaram partidos exclusivos que só defenderam seus interesses e não do povo que os elegeram. No meio de tantas corrupções, fraudes, acordos sujos envolvendo o nome de algumas igrejas, com isso o povo evangélico foi prejudicado. Usaram o nome evangélico para ascensão e proveito próprio. Por esse, e tantos outros delitos, o povo conscientizou-se na hora de votar, não dava mais para aguentar tantas mentiras, o povo evangélico estão acordando para a realidade na hora de eleger esses “evangélicos” que para nós não quer dizer nada. Salvo alguns evangélicos bem intencionados, mas quando estão lá pode ter certeza eles se esquecerão da sua amada igreja. Alguém tem resposta para essa questão. Quando algum irmão político cuidar da igreja conforme prometem, com certeza esse casamento inevitavelmente poderá dar certo. Mas para contemplarmos isso é melhor esperar, mas sentados!
Caros irmãos não se iludam com promessas, eles nunca cumprirão. Só Deus para nos livrar de tantos lobos devoradores, além de não priorizar o trabalho pastoral buscam proveito próprio. Pastores cuidem das suas igrejas, esse é o lugar que Deus te colocou, se você não está satisfeito com que Deus colocou em suas mãos ore. Cuidado com esse casamento, política e religião, ele pode dar errado e estragar o seu Ministério!

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