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quinta-feira, julho 24, 2014

A CONSTRUÇÃO DA VOCAÇÃO E IDENTIDADE

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O tema da identidade tem percorrido a história da humanidade através das interpretações diferenciadas das ciências sobre o tema.  Evidentemente não há como falar de identidade sem mencionar o si mesmo e o outro. Ou seja, é um processo que acontece no grupo e no interior de cada pessoa. A identidade traz à tona também diversas maneiras que as pessoas encontraram de construir seus conceitos, morais e religiões. Portanto, a identidade também fala de cultura. Cultura que abre caminho para etnias, construção histórica e a caracterização de um povo. Portanto, falar de identidade também nos remete à dimensão política que faz a comunidade lidar com o poder que permeia sua constituição. A vocação adentra nos meandros mencionados acima, porém está intimamente relacionado com um processo de identificação que, através do trabalho, perpassa não só a dimensão profissional, mas também dos significados dados à vida. A vocação proporciona um processo de escolha que inclui concepções éticas de determinado grupo bem como e do transcender a si mesmo nos relacionamentos humano-humano, humano-sagrado. Esse espaço político expõe as riquezas grupais e a noção de comunidade como lugar de aconchego e encontro.  Para se formar uma identidade, é necessária a presença dos/as outros/as para que haja uma identificação. Sem o encontro com o/a outro/a não para encontrar a si mesmo/a. Nesse viés há uma relação de aproximação que se denomina representação.  O universo das representações não deve ser encarado como um mascaramento da identidade que nos faz receber um nome, uma história, uma memória. Há uma confluência de identidade entre as pessoas. Portanto, há um movimento na identidade que nos move para aspectos que nos lembra de transição de um lado para outro.O homem não nasce pronto para isto ou aquilo outro, ele se fabrica gradativamente em seu processo seletivo. Para Locke o homem é como uma tábua rasa, onde o conhecimento se escreve através da experiência. Existem certas atitudes quanto ao chamado pastoral. Uma delas é saber ouvir a voz de Deus.De fato, vocação e identidade, são de extremo valor para sustentar o sentido das pessoas. A Igreja como agência do Reino precisa ser administrada por homens e mulheres que realmente foram vocacionados por Deus e com essa nova identidade pode interagir com as pessoas do seu Reino.No antigo contexto judaico, era visível as mulheres serem discriminadas pela cultura judaica. Certo rabino disse que preferia nascer morto a nascer mulher. O pastoreio é voltado ao ser masculino, mas aqui na nossa América, as mulheres têm desempenhado seu ministério muito frutífero. De fato na teologia eclesiástica, as mulheres devem ser incluídas na vocação pastoral.Em ambos os casos ninguém toma essa honra para si se não for chamado por Deus. (Hebreus. 5:4).Creio que o pastoreio almejado poderia se basear no ministério do profeta Amós considerado o profeta da “justiça social”. A vocação está ligada à consciência divina que não vê dessa forma como muitos vêem.A igreja é para todos, a vocação e a identidade pastoral são para poucos, que no seu decorrer, forja-se na bigorna do exercício cristão, envolvido com as mais diversas tribulações, mas quem tem a vocação por amor, exerce seu pastoreio com a maior nobreza da convocação divina para o maior e mais excelente cargo, pastorear vidas para seu Reino. Existem certas atitudes quanto ao chamado pastoral. Uma delas é saber ouvir a voz de Deus. Alguns se equivocam e não discernem a voz de Deus com isso geram crises de autoridades.Para Arcângelo R Buzzi a teologia medieval considerava a identidade humana pertencente ao Deus vivo. É preciso resgatar com urgência a imagem do ser humano como imagem de Deus, pelo motivo da desvalorização atribuída ao pecado que distorceu essa imagem, mas em Cristo somos novas criaturas.



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