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sexta-feira, agosto 15, 2014

A ESSÊNCIA DO CASAMENTO É O AMOR

Tem postagem nova - https://sites.google.com/site/lerparasabermaisprofexpedito/
Liderança no Casamento.
Palavras do Apóstolo Paulo a Igreja de Corinto. “Agora existem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. Porém a maior delas é o amor”. (I Co. 13:13).
Este Seminário tem por objetivo.
a) Mostrar que homens e mulheres são diferentes, e que suas diferenças explicam o papel de liderança que Deus atribuiu ao marido, no lar.
b) Mostrar que o relacionamento marido/esposa é uma ilustração do relacionamento Cristo/Igreja, o que dá ao primeiro uma importância toda especial.
c) Explicar a natureza da liderança do marido e da submissão da esposa.
d) Explicar como devem funcionar a liderança e a submissão no casamento.
No princípio, Deus criou homem e mulher (Mt. 19: 4), macho e fêmea (Gn. 1: 27).
Obviamente, os dois se identificam como seres humanos, únicos, completamente diferentes de todas as outras criaturas. Ainda assim, homem e mulher são muito diferentes um do outro. Isto é óbvio, também, mas precisa ser lembrado e enfatizado porque, em nossos dias, há uma tendência para minimizar as diferenças entre homem e mulher, com prejuízo para o relacionamento conjugal.
O casamento exige que marido e mulher conheçam e respeitem suas diferenças.
Deus os fez diferentes é, portanto, planos de Deus, elas justificam a liderança do marido no lar.
Algumas diferenças entre homem e mulher.
As diferenças entre homem e mulher vão muito além do sexo e da aparência física. Eles caminham diferentes, falam diferentes, com possibilidades e necessidades específicas. Eles se complementam e ajudam um ao outro. Posteriormente, neste Seminário, vamos explorar algumas destas diferenças, possibilidades e necessidades. Por agora, mencionaremos algumas destas diferenças e mostraremos que, nos
, pensam diferentes; são motivados por valores diferentes e afetados por emoções diferentes.
Conquanto haja graus de diferença entre vários homens e mulheres, geralmente falando...
• os homens são fisicamente mais fortes do que as mulheres;
• os homens são mais racionais e lógicos, as mulheres mais intuitivas e emotivas;
• os homens são mais objetivos, as mulheres mais subjetivas;
• os homens são mais realistas, as mulheres mais idealistas;
• os homens são mais rígidos na sua maneira de pensar, as mulheres geralmente são mais maleáveis e susceptíveis à influência dos outros;
• os homens são mais autoconfiantes, as mulheres mais carentes de autoafirmação;
• os homens interessam-se mais pelas coisas, as mulheres pelas pessoas.
Estas e outras diferenças determinam funções diferentes no lar. O homem é a cabeça, o líder. Paulo escreveu: Quero que saibais ser Cristo a cabeça de todo homem, e o homem, a cabeça da mulher (1Co. 11: 3).
Grande é este mistério!
O apóstolo Paulo comparou o relacionamento marido/mulher com o relacionamento Cristo/igreja. Em poucos versículos, ele fez esta analogia varias vezes:
• As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor, porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja (Ef. 5: 22, 23).
• Como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido (Ef. 5: 24).
• “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. (Ef. 5: 25).
• Os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuidam, como também Cristo o faz à igreja... (Ef. 5: 28, 29).
Então, o apóstolo encerra esta seção sobre o relacionamento conjugal, dizendo:
• “Eis porque deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja”. (Ef. 5: 31, 32).
Isto significa que Deus quer que o relacionamento conjugal seja uma ilustração do relacionamento entre Cristo e sua igreja!
Embora o casamento tenha sido instituído no Éden muito antes da igreja surgir, essa união antecipou, figurativamente, a união posterior de Cristo com sua Igreja, e vice-versa. De fato, no N.T., a igreja é a noiva de Cristo (Jo. 3: 29; Ap.21: 9) Este é o grande mistério! No N.T., mistério é uma verdade divina que esteve oculta por muitos séculos (no A.T.), mas que, por fim, é revelada claramente (no N.T.). O casamento é uma “peça” sobre o relacionamento entre Cristo e sua igreja.
Nessa passagem, os integrantes são marido e mulher. Eles têm papéis específicos. O marido representa Cristo e a esposa representa a Igreja. Cada um deve adaptar-se a sua função. Esta é uma das razões porque Deus os fez tão diferentes um do outro.
A liderança do marido e a submissão da esposa.
Assim como há liderança e autoridade no relacionamento Cristo/igreja, deve haver também no relacionamento marido/esposa.
Uma das passagens bíblicas mais questionadas ou mesmo rejeitadas é justamente esta:
• “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor, porque o marido é o cabeça da mulher, assim como Cristo é o cabeça da igreja”. (Ef. 5: 23).
Todavia, não se pode negar que esta é uma doutrina bíblica; e esta doutrina não pode ser modificada ou ignorada. Mesmo porque, sendo esta a vontade de Deus, não haverá perfeita harmonia no casamento à parte de sua compreensão e aplicação.
Assim, sendo, vamos procurar entender o que é e como deve funcionar a liderança do marido e a submissão da esposa no casamento. Veremos que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita (Rm. 12: 2).
1) O que a liderança do marido não é.
a) Liderança não é superioridade. Nenhuma passagem como esta a Bíblia sugere que os homens são superiores às mulheres. De fato, a Bíblia ensina que, esse sentido, homens e mulheres são iguais aos olhos de Deus (Gl. 3: 28). O fato que, no casamento, os dois tornam-se “uma só carne” ou “uma só pessoa” também sugere igualdade. Homens e mulheres têm direitos iguais, e a mulher deve ser tratada como igual não inferior.
b) Liderança não é dominação. A liderança do marido não anula a personalidade e a vontade da esposa, nem a rebaixa à posição de escrava. De fato, faz justamente o contrário Jesus Cristo é o exemplo supremo de liderança, todavia, como cabeça da igreja, ele serve à igreja (Mt. 20: 28). Muitos homens têm uma falsa ideia do que seja liderança. Eles dizem à esposa: “Eu sou o chefe aqui! Você fará o que eu disser, goste ou não... Agora, traz a minha toalha, depressa”!
c) Liderança não dá ao homem o direito de maltratar sua esposa. Porque são maltratados no trabalho, alguns homens maltratam a esposa e os filhos. Deste modo injusto, vingam-se dos seus superiores no trabalho. Outros fazem isto pretendendo provar sua masculinidade. Mas brutalidade não prova masculinidade. Pelo contrário, mostra insegurança e fraqueza.
2) O que é a liderança do marido.
É um exercício amoroso de autoridade. Há necessidade de liderança e autoridade em todas as esferas da atividade humana. Temos Prefeitos, Governadores, Presidente da República, Diretores de escolas, Pastores... (ITs. 5: 12; ITm. 5: 17; Hb. 13: 17). Nosso Prefeito, Governador e Presidente não são, necessariamente, superiores a nós. Porém, como nossos líderes devidamente eleitos, eles têm autoridade funcional delegada.
Precisamos de liderança e autoridade em nossos lares também. Outra vez ICo. 11: 3.
Provavelmente as mulheres queiram saber: “Por que tem que ser assim”?
a) Porque, como dissemos, Deus quis que a relação marido/mulher fosse uma bela ilustração da relação Cristo/igreja. A autoridade do marido sobre sua esposa ilustra a autoridade de Cristo sobre a Igreja - “O marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja...” (Ef. 5: 23). A submissão da esposa ao seu marido ilustra a submissão da Igreja a Cristo - “Como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido” (Ef. 5: 24).
b) Porque Deus criou o homem com características próprias para a liderança e exercício da autoridade e a mulher com características próprias para o exercício da submissão. Além do que dissemos anteriormente sobre as características diferentes do homem e da mulher, lembramos aqui que o apóstolo Pedro, ao recomendar aos maridos que marcassem presença no seu lar e tivessem consideração para com a esposa, justificou essa recomendação dizendo que a mulher é “parte mais frágil” (IPd. 3: 7). É um princípio da natureza: o mais fraco depende do mais forte, e o mais forte lidera o mais fraco (Ver Gn. 3: 16). O fato que alguns homens parecem mais fracos do que as mulheres e algumas mulheres parecem mais fortes do que os homens não anula esse ensino bíblico. Exceções não fazem regras.
• Os homens não devem ser... lerdos, frouxos, dependentes, efeminados... E que as mulheres não os julguem assim quando eles procuram serem gentis, amorosos, perdoadores, pacientes, ponderados, prudentes... Ou será que preferem que eles decidam tudo às pressas, à revelia da esposa e dos filhos, e, então, imponham sua vontade aos gritos?
• As mulheres não devem ser apressadas, enérgicas demais, independentes, masculinizadas... E que os homens não as julguem assim quando elas procuram serem idôneas, corajosas, empreendedoras, comunicativas... Ou será que preferem que elas sejam tímidas, indecisas, paradas, inexpressivas?  Não dá para mudar isso!
a) Homem.
Infelizmente alguns homens, por fraqueza, irresponsabilidade ou comodidade abdicam do seu papel de liderança. A autoridade requer responsabilidade, tempo, coragem para enfrentar pressões e tomar decisões.
Muitos homens enfrentam bem os problemas do trabalho, mas não querem tê-los no lar. Alguns mais interessados em sua própria conveniência do que em suas responsabilidades bíblicas, forçam suas esposas a assumirem o papel de liderança às vezes com resultados caóticos. Esta situação é contrária à própria natureza tanto do homem como da mulher. Causa atrito, frustração, insatisfação, dissensão e discórdia. Homens paguem o preço! Sejam líderes de sua família. Tomem a iniciativa e tomem decisões, eduquem seus filhos com firmeza. Isso é tão importante que, o apóstolo Paulo, falando das qualidades necessárias para um homem exercer ou participar da liderança da igreja, ele precisa, antes, ser um líder bem sucedido no seu lar: “...se alguém não sabe governar a própria casa,como governará a igreja de Deus?” (ITm. 3: 4, 5).
b) Mulher.
A natureza da mulher, tal como Deus a criou, é ser de certa forma conduzida, ser dependente. Ela não é verdadeiramente feliz quando, casada, rejeita a liderança do marido e assume a própria vida, sem compartilhá-la com ele e sem ouvi-lo. Pior fica quando tenta dominar o marido. Em um congresso mundial de mulheres, realizado recentemente no Brasil, algumas “feministas” famosas repensaram esse movimento, confessando que as mulheres “liberadas” estão muito frustradas e infelizes. Outro problema é o efeito da insubmissão da esposa sobre o marido. Muitas têm uma tendência quase incontrolável para criticar, censurar, desdenhar, manipular, pressionar ou controlar o marido... Alguns, para não brigar ou porque não são suficientemente fortes, recuam, desistem, passam as rédeas, entregam os pontos... Algumas mulheres, só na idade avançada, percebem que elas próprias inibiram e enfraqueceram o seu homem... Tarde demais! As mulheres têm necessidade de apoiar-se no marido. Se elas próprias podam e podam o apoio que Deus lhes deu... Chegará a hora em que não terão apoio!
Como esta liderança pode ser “implementada” no lar cristão?
Mais ou menos como numa empresa. Nenhuma empresa pode funcionar adequadamente com duas cabeças. Há um presidente e um vice-presidente; o presidente é o líder. A autoridade do líder é delegada. E ele não é um ditador. O arranjo funcionará melhor se houver confiança mútua; se ambos ou todos contribuírem com capacidade, recursos e experiências; se mantiveram a política de tomar decisões mediante consenso natural e cumprirem as decisões tomadas. Por traz de tudo, porém, está a compreensão de que somente um deles é realmente o líder. Em última instância, o presidente é o responsável por tudo. É exatamente assim que o casamento cristão deve funcionar. Ele pode ser descrito como uma democracia com uma liderança masculina. Cada cônjuge deve estar interessado no outro, e nos melhores interesses do casamento. Deve haver uma participação mútua nas decisões e na solução dos problemas. Visto que os participantes têm amor um pelo outro, problemas insolúveis serão raros. Porém, quando surgirem, o marido amorosamente lidera e a esposa amorosamente o segue.
Conclusão.
Este é o plano divino para o lar cristão. Isto é muito diferente da visão machista do “poderoso chefão”, que considera a mulher inferior ao homem e sua servente.
É muito diferente também da igualdade perigosa proclamada pela filosofia “feminista” que libera a mulher das responsabilidades do lar e da autoridade do marido.
O homem deve exercer a liderança com amor, “como Cristo amou a igreja” (Ef. 5: 25). A mulher deve submeter-se ao seu marido, “como a igreja está sujeita a Cristo” (Ef. 5: 24).
Deus planejou isto exatamente assim para ilustrar a relação entre Cristo e a igreja. Ele quer que o glorifiquemos aceitando nosso papel de boa vontade e cumprindo-o fielmente.
Evangelista Francisco.



terça-feira, agosto 12, 2014

CASAMENTO VAZIO

Este assunto não é uma ficção. Muito menos uma história inventada para causar impacto nas mentes dos casais, mas este assunto pode ser contemplado em diversas famílias em todo o mundo. O autor confessa que nada neste livro é ficção, e o cenário destes acontecimentos foram na África. Talvez possa ter acontecido em partes na minha ou na sua vida. Não importa o que nos aconteceu, o que nos importa é valorizar mais o nosso casamento, a se possível aconselhar os casais para que não caiam neste mesmo labirinto de imperfeições, o que levaria sem dúvida o fim de um casamento.
Walter Tobisch
Deixem-me descrever os sintomas deste caso. O casal encontra-se casado, legalmente casado há certo tempo.
Têm mantido relações físicas. Mas o amor extinguiu-se.
“As razões de tal condição podem ser inúmeras. Talvez, em primeiro lugar, não tenha havido amor. Talvez se tenham casado demasiado jovens e depressa demais, e o que julgavam ser amor carecia de qualidade da união”.
Ou o casamento foi inteiramente baseado na atração física, e à medida que os anos se passaram, a atração física não permaneceu tão intensa. Ou o casal descuidou-se de incentivar o ardor de sua afeição e se tornaram demasiado absorvidos quer pelo trabalho doméstico ou pela profissão, quer pelos filhos.
Cada qual cultivou interesses diferentes sem compartilhá-los, e bem depressa perderam a base comum aos dois.
È uma doença perigosa. Nenhum casamento consegue enfrentá-lo por muito tempo sem ficar seriamente enfermo. No princípio esta moléstia pode ser disfarçada satisfatoriamente pela “aparência conjugal” e o mundo exterior pode ser iludido. O casal ainda vive na mesma moradia. Mas é só.
A doença não estaciona. À medida que progride, os sintomas são os seguintes: Os cônjuges tornam-se cruéis um para com o outro, tanto em palavras, quanto em ações. Esta crueldade por parte de ambos dá lugar à completa indiferença e á vacuidade voraz no relacionamento mútuo.
É inevitável que tal vacuidade venha, um dia, a afetar o entrosamento físico. Desde que os três ângulos do triângulo são inseparáveis entre si, a doença de um contagiará os dois. O ato sexual é executado como obrigação, uma responsabilidade. Cria-se uma tensão entre sexo e casamento.
Logo depois o marido procura uma mulher que o compreenda melhor do que sua esposa. A esposa encontrará um homem que lhe cause mais bem-estar do que o marido. O ciúme se insinua. A infidelidade mental precede a infidelidade sexual. Por fim, o adultério atinge a fundação legal e também afeta o ângulo superior do triângulo.
Essa doença tem sido descrita e ilustrada em milhares de filmes e romances. De um modo errôneo, romance e filmes põem a culpa da extinção do amor no casamento.
Gostariam de fazer-nos acreditar que somente fora do casamento o amor tem oportunidade de sobreviver, que somente tal espécie de amor é interessante, atraente, excitante e digno de louvor. Entretanto, o amor fora do casamento, facilmente se transforma num incêndio de matas que, no final, destrói os amantes.

Existe uma possibilidade raramente focalizada por tais filmes e romances. É a que focaliza o amor como parte integral do triângulo. Somente aí se encontra a verdadeira terapia. Entretanto, ela tem de ser aplicada antes que o amor se extinga totalmente e os outros dois ângulos do triângulo estejam contaminados. 

domingo, agosto 10, 2014

EVANGELISMO COM OS JOVENS DA IGREJA

O ato de evangelizar parece ser simples se levarmos em conta somente a nossa fé, nossa vida de oração e algumas coisas relacionadas com a vida espiritual, mas têm outros detalhes a serem observados. Dessa forma pensamos que tudo dará certo. Muito bem até podemos concordar com esse argumento, que por sinal é muito bom, porém não é suficiente.
Evangelizar não depende somente da nossa fé, da nossa oração tão somente e até mesmo de uma vida espiritual equilibrada, é preciso saber os meios corretos para que tenhamos um trabalho correto e produtivo. Tudo que foi dito faz parte da nossa jornada cristã. Mas é preciso também conhecer métodos e técnicas de como evangelizar.
Evangelismo Público
Evangelismo um nome muito conhecido, porém, pouco praticado, ou se for praticado, ainda que seja de maneira simples pode surtir grandes efeitos. Por que a Palavra de Deus não torna vazia, mas é preciso saber como manuseá-la.
Fazer um plano ou um treinamento sobre evangelismo parece algo desnecessário, mas ainda não é o suficiente. Muitos pensam assim, por que é sabido que o Espírito Santo é o responsável pela salvação do pecador através do convencimento do pecado instalado na vida da pessoa que está sendo evangelizada.
Muito bem, tudo isso é verdade, mas se pararmos para pensar o Senhor Jesus Cristo preferiu preparar seus discípulos para depois enviá-los para a grande obra que todos nós conhecemos.
Sabendo que o assunto é muito vasto, (inesgotável), sendo assim esse curso é apenas um dos muitos recursos que apresentamos para a amada igreja. Estamos cientes que todos os cursos teóricos são muito bons, mas se pudermos acrescentar um pouco de prática ele se tornará melhor e objetivo, dentro da proposta maior que é a salvação das almas perdidas sem Cristo.
Obstáculos a Evangelização.
Não seria possível classificar todos os obstáculos que se opõem aos que desejam evangelizar. Exemplos: Falta de fé, falta de oração, falta de amor pelos perdidos, falta de vontade, falta de conscientização (...). Um dos piores obstáculos é a falta de leitura na Bíblia e de bons livros sobre evangelização e secular também. Quem lê sabe mais!
Pescaria sem Peixes
Todos nós sabemos que é possível pescar sem, no entanto pegar nenhum peixe, quem já passou por essa experiência sabe o quanto é frustrante voltar sem pescar se quer um. Considerando que a Bíblia trata os pecadores como peixes (homens) no sentido metafórico. O Senhor Jesus Cristo convidou e ordenou que os seus novos discípulos fossem pescadores de homens. Jesus também é o Mestre por excelência na arte de fazê-lo. Ele nos garante êxito nessa árdua tarefa de pescar. E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então, eles, deixando logo as redes, seguiram-no”. (Mt. 4: 19). Isto não significa necessariamente que se converta cada pessoa que estivemos evangelizando. Hoje algumas igrejas estão mais preocupadas em contemplar os relatórios numéricos do que ver as almas entrando nas águas batismais e depois se ingressando na Igreja de Cristo.
Este fato de não haver conversões aconteceu até com o Senhor Jesus Cristo. E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei, para conseguir a vida eterna?
E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom, senão um só que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.
Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; e vem e segue-me. E o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades”. (Mt. 19: 16-22).
O mesmo se pode dizer-se dos apóstolos, (neste caso Paulo). Mas os judeus desobedientes, movidos de inveja, tomaram consigo alguns homens perversos dentre os vadios, e, ajuntando o povo, alvoroçaram a cidade, e, assaltando a casa de Jasom, procuravam tirá-los para junto do povo”. E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez”. (At. 17: 5, 32).
Mais uma vez a pregação de Paulo não surtiu o efeito esperado. “Mas, resistindo e blasfemando eles, sacudiu as vestes e disse-lhes: O vosso sangue seja sobre a vossa cabeça; eu estou limpo e, desde agora, parto para os gentios”. (At. 18: 6).
Nem todos estavam interessados no que Paulo estava pregando, isso pode acontecer conosco.
E, entrando na sinagoga, falou ousadamente por espaço de três meses, disputando e persuadindo-os acerca do Reino de Deus. Mas, como alguns deles se endurecessem e não obedecessem, falando mal do Caminho perante a multidão, retirou-se deles e separou os discípulos, disputando todos os dias na escola de um certo Tirano”. (At. 19: 8, 9). Quanto a nossa pregação não surtir o efeito no momento desejado, a nossa missão foi cumprida, mas cada pecador que ouve o Evangelho terá que prestar contas da sua ignorância, da sua indiferença, não perante nós, mas diante de Deus. O apóstolo Paulo escreveu: E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom cheiro de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes, certamente, cheiro de morte para morte; mas, para aqueles, cheiro de vida para vida. E, para essas coisas, quem é idôneo”? (conveniente, adequado). (IICo. 2: 14-16).
O Espírito Santo e o Evangelismo
O Senhor Jesus Cristo disse que, quando o Espírito Santo viesse sobre os Seus discípulos, eles seriam testemunhas dEle. “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra”. (At. 1: 8).
O Senhor Jesus também no Evangelho segundo (João: 20, 21, 22). “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. E, havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo”.
Podemos notar claramente a relação e a recepção do Espírito Santo e o testemunho de Cristo.
Portanto, todo aquele que por fé em Cristo, recebe o dom do Espírito Santo, também há de buscar os perdidos e explicar-lhes como serem salvos.
Por que Evangelizar?
Um dos motivos principais para nos ocuparmos com a evangelização entre outras atividades é a glória de Deus. “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus”. (ICo. 10: 31).
Também por ter sido ordenado pelo Senhor Jesus Cristo. Portanto, (logo, imediatamente) ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado;” (Mt. 28: 19, 20b). Também como gratidão pela nossa salvação.
Três Maneiras de Evangelizar as Pessoas
Pessoalmente:
Quando saímos para evangelizar às vezes nos deparamos com pessoas, algumas com muito conhecimento, neste caso precisamos estar preparados, com oração e com a Palavra. “Ele começou a falar ousadamente na sinagoga: mas quando Priscila e Áquila o ouviram, levaram-no consigo e lhe expuseram com mais precisão o caminho de Deus”. (At. 18: 26).
Publicamente e de Casa em Casa:
No evangelismo público e de casa em casa precisamos fazer de duas maneiras: Primeiro anunciar, segundo ensinar em público e nas casas. Evangelizar Constantemente: Estar em sintonia constante com Deus em oração e meditação na Palavra. “à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso”: (ICo. 1: 2).
O crente evangelista precisa ter sua particularidade com Deus. Para isso é preciso também estar preparado na Palavra. “Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”. (IITm. 2:15). Prof. Mestre Expedito Darcy da Silva


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