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quinta-feira, outubro 23, 2014

A ORIGEM DA PALAVRA

A palavra escrita e falada é um grande veículo nos meios de comunicação. A palavra pode ser transmitida ou expressa por meios de sinais: corporais (gestos), pelos meios sonoros (fala), através de gráficos (escrita), também pelos luminosos (luzes) e também por outros meios A palavra quando falada (sonora), é um fenômeno considerado bio-psíquico-social.
Do ponto de vista biológico, ela só pode atuar a um ser dotado de um cérebro com capacidade para comandar um sofisticado sistema nervoso que atua sobre um sistema chamado fonador, com capacidade de articular, de forma detalhada, os diversos complexos da voz Silva (1999, p.1).
Sob o aspecto psicológico, o cérebro é capaz de produzir pensamentos tantos concretos como abstratos, atuando sobre as glândulas secretoras com uma infinidade de hormônios, que condicionam nossas emoções e os estados mentais. Também no fator sociológico, isso pode ser observado quanto à função do cérebro em reconhecer o valor dos seres de sua espécie, possuidores de um componente racional e emocional, levando-o a desenvolver um sofisticado e complexo sistema de comunicação fundamentado na palavra Silva (1999, p.2).
A palavra constitui de dois elementos básicos: o material (som), que recebe um nome especial de vocábulo[1] e o imaterial (ideia), passou receber o nome termo. No princípio a palavra representava apenas uma forma nominativa, um nome de uma ação, de uma coisa ou de um sentimento. Com o passar do tempo a palavra passou a representar uma ideia formal elaborada, ou seja, uma forma de pensamento completo. Do fonema ela passou a ser conhecida como oração e a frase. Da fonética, indo para sintaxe Silva (1999, p.2).
Sintaxe   
[Do gr. Σινταχε, σύνταξη, pelo lat. tard. syntaxe.] Parte da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e a das frases no discurso, bem como a relação lógica das frases entre si; construção gramatical:
Devido seu convívio social o homem passou sentir-se obrigado a classificar as coisas, organizou suas ideias e, por conseguinte desenvolveu um complexo e sofisticado mecanismo da comunicação oral com base na palavra, conforme descreve (Gn. 2: 19, 20). Tempos distantes, após o homem ter vocalizado a palavra ele descobriu, ou seja, inventou a escrita. A escrita a princípio era formada por pictogramas (desenhos de coisas ou de figuras simbólicas), depois passou para os ideogramas (sinais representativos de ideias), pelos hieróglifos (desenhos representativos de sons vocais). Chegando finalmente às letras (sinais representativos de sons vocais) Silva (1999, p.2).
a)           A Origem da conversa
Com a convivência do homem em sociedade, ele desenvolveu a palavra e a frase, também produziu uma forma de comunicação conhecida como conversa[2] ou conversação, isto quer dizer, a troca de palavras. A conversa é considerada como um diálogo[3] numa relação entre duas ou mais pessoas Silva (1999, p. 2).
Os gregos classificavam a conversa pelo nome de homilia (de onde se originou a palavra homilética), e os romanos lhe deram o nome de sermonis (que deu origem ao termo denominado sermão). Podemos observar que o denominado de homilia e sermonis são simplesmente sinônimos com o significado apenas conversa Silva (1999, p. 2).
            b)           A Origem do discurso
Devido ao convívio social o homem produziu a palavra, a frase e a conversa, e também produziu o discurso. Segundo explicação de Plínio. Enquanto que a conversa é um diálogo em que o interlocutor tem a participação direta e real, o discurso é um diálogo em que essa participação é direta, mas de forma imaginária. No discurso, a pessoa que fala, imagina que está trocando ideia com os seus ouvintes e espectadores Plínio (1999, p. 3).
c)           Surgimento da Retórica
Não podemos afirmar ou determinar quando surgiu o discurso[4] no entanto ele passou a ser estudado como instrumento de comunicação social, após terem surgido às primeiras regras para sua composição. Segundo alguns eruditos, o discurso nasceu na Grécia. Assim como os gregos inventaram a democracia[5], eles também foram os primeiros a estudar as técnicas do discurso. Com o surgimento da democracia grega ela passou influenciar o comportamento político do povo, e passou influenciar também na educação, o que passou a se ruma nova modalidade de filosofia educacional. Rapidamente, todas as pessoas em todo o mundo estavam desejosas em conquistar os segredos dessa nova e nobre arte.[6] Por esse motivo não demorou muito para que surgissem os mestres improvisados, em pouco tempo eles se espalharam por todo o país. Plínio apud (1999, p. 4).
Devido à influência da democracia, falar em público tornou-se a coqueluche grega. Por esse motivo, todos precisavam e por fim, deveriam aprender. Dessa forma, surgiu à retórica. A palavra retórica é grega e provém de retos, palavra falada. O retór estava envolvido com os gregos, ele era o orador de uma assembleia. O primeiro homem que traçou as normas de um discurso chamava-se Córax[7], um sofista, nasceu na cidade de Siracusa, na Grécia, há 500 a. C,.[8]. Córax defendia e ensinava que o discurso deveria ter na sua forma disposto: Proêmio (introdução), narração, argumento, observações adicionais e peroração (conclusão) Plínio (1999, p. 6).
d)           Surgimento da oratória
Os gregos influenciaram culturalmente os romanos com sua retórica, mas os romanos a partir da retórica, a reconheceram com o nome de Oratória (de oris, boca). Com a retórica surgiram grandes oradores entre eles estava Cícero que foi considerado como o maior orador romano. Tornou-se célebre não só pelas defesas que defendia como advogado e político, mas o que contribuiu também foram às teorias criadas por ele na questão da oratória Plínio (1999, p. 8).
Segundo escreveu Plínio (1999, p. 8). Os romanos também nada sabiam a respeito da “retórica sacra” ou como eles a denominaram: “oratória sacra”, pois esta ainda não existia.




[1] Com a invenção do alfabeto, a escrita passou a ser uma forma material da palavra.
[2] Do latim conversatio.formada de cum, com+versare, virar. Trocar ideia com outrem.
[3] Do grego (δια dia), através+lógos, palavra. Comunicação através da palavra.
[4] Do latim discursos. Composto de dis, contra+cursare, correr. Tem a idéia de correr de um lado para o outro, como a roca do tecelão. Por isso ao contrário de um discurso se dá o nome de texto. (tecido).
[5] Do grego (δεμοσ dêmos) povo+Krátos, poder. Sistema político cujo poder emana do povo. O nome primitivo desse sistema era demagogia.
[6] A retórica faz parte da ciência e da arte, no contexto da homilética.
[7] Sabido. Pejorativo (grego σοποσ sophós), sábio. Mestre popular de filosofia que, por falta de profundidade e de ética, fazia do ensino um comércio. Suas idéias iam do relativismo ao ceticismo. As palavras sofisma (raciocínio falso) e sofisticação (afetação) derivam de suas práticas. GINGRICH, F. Wilbur / DANKER, Frederick Léxico do Novo Testamento Grego-Português, Vida Nova, 1984, p. 228.
[8] A Grécia alcançou o apogeu no século V a. C. Essa época foi chamada de”o pródo de Péricles”, pois foi quando ele consolidou a democracia grega. GINGRICH, F. Wilbur / DANKER, Frederick Léxico do Novo Testamento Grego- Português, Vida Nova, 1984, p. 228.

segunda-feira, outubro 20, 2014

VÍCIO SEXUAL

Este assunto é parte de um Livro (Altar da idolatria sexual) que se encontra postado no Site abaixo.
O motivo de haver livros como este é para esclarecer, ampliar ou tornar a Palavra de Deus compreensível para aqueles que necessitam, de forma que Ela possa tornar-se, ao mesmo tempo, o fundamento de sua fé e a solução para os seus tormentos.
Escrevi certa vez: "O tormento da tentação para pecar é nada, se comparado com as conseqüências do pecado". As consequên­cias podem durar por toda vida ou pela eternidade. São as conseqüências que são tão terrivelmente atormentadoras.
A solução, é claro, como em tudo com o Senhor, está na Palavra de Deus. É nEla que encontramos a solução para todos os problemas ou questões enfrentadas pelo homem ou pela mulher. Não existe outro lugar para ajuda como as Escrituras. Toda a obra de cura do Senhor começa em Sua Palavra. Matthew Henry
Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia. Provérbios 26.11
Quanto ao ímpio, as suas iniquidades o prenderão, e, com as cordas do seu pecado, será detido. Provérbios 5.22
Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia e desprezam as dominações. Atrevidos, obstinados, não receiam blasfemar das autoridades; enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor. Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção, recebendo o galardão da injustiça; pois que tais homens têm prazer nos deleites cotidianos; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em seus enganos, quando se banqueteiam convosco; tendo os olhos cheios de adultério e não cessando de pecar, engodando as almas inconstantes, tendo o coração exer­citado na avareza, filhos de maldição; os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça. Mas teve a repreensão da sua transgressão; o mudo jumento, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta. Estes são fontes sem água, nuvens levadas pela força do vento, para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva; porque, falando coisas mui arrogantes de vaidades, engodam com as concupiscências da carne e com dissoluções aqueles que se estavam afastando dos que andam em erro, prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo. 2 Pedro 2.10-19
Porque os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais macio do que o azeite; para que não dês a outros a tua honra, nem os teus anos a cruéis. E ele segue-a logo, como boi que vai ao matadouro; e, como o louco ao castigo das prisões, até que a flecha lhe atravesse o fígado, como a ave que se apressa para o laço e não sabe que ele está ali contra a sua vida. Provérbios 5.3, 9; 7.22,23
COMO TUDO COMEÇA
Jimmy foi apresentado à pornografia quando tinha sete anos. Um dia, seu irmão mais velho o levou para a casa de um amigo cujo pai vendia fitas pornográficas. Enquanto Jimmy assistia deslumbrado às fitas, os outros dois desapareceram, indo para um quarto, o que ele mais tarde compreendeu que fora um encontro homossexual. Jimmy nunca mais seria o mesmo. Essa exposição inicial conduziu-o a toda uma vida de escravidão à pornografia, que o transformou em um viciado sexual maduro (o irmão de Jimmy, também um viciado sexual, alguns anos depois, seria condenado por estuprar e assassinar duas mulheres e uma menina.)
Richard foi apresentado ao sexo pela primeira vez quando era adolescente, e foi convidado para ir à casa de um amigo para participar de uma orgia. Durante anos, levou uma vida obcecada pelo sexo. Logo depois de se casar, com muita manipulação e "subterfúgios" ininterruptos, ele conseguiu convencer sua esposa a incorporar o "estilo de vida liberal" em seu casamento. Por 12 anos, Rebeca, sua esposa, viveu em vergonha e degradação constante, até que ela encontrou Jesus Cristo, e sua vida inteira mudou. Ainda passaria muitos anos até Richard fazer a mesma descoberta.
Um dia, enquanto ainda era adolescente, Glen estava caminhando pela estrada, de volta para casa, depois da escola. Enquanto ele andava com passos pesados, despreocupadamente, um carro parou no acostamento da estrada cerca de 800m à sua frente. Glen ficou muito curioso quando viu uma caixa sendo atirada para fora do carro. Quando ele alcançou a caixa, abriu-a e encontrou centenas de revistas pornográficas. Sua vida nunca mais foi a mesma.Mesmo depois de tornar-se cristão quando estava na faculdade, anos de vício sexual se seguiram. Glen tornou-se gerente geral de uma estação de rádio cristã, a despeito de sua luta contínua contra a pornografia. A verdade sobre sua vida secreta finalmente foi revelada quando ele deixou sua esposa devota e fugiu com a esposa de um pastor.
Bob foi apresentado à pornografia pela primeira vez quando descobriu revistas de sexo explícito debaixo da cama de seu pai. Anos de escravidão se seguiram. Quando a pornografia já não o excitava mais, ele começou a andar furtivamente ao redor de casas para espiar pelas janelas. Ele passava horas em uma janela, esperando o vislumbre de um corpo nu. Depois de arruinar um casamento e quase fazer o mesmo com outro, Bob finalmente buscou ajuda.
                                                        ESCRAVIDÃO SEXUAL
Todos esses homens compartilhavam algo em comum: eles se tornaram viciados com um comportamento sexual compulsivo. Vício é um conjunto de hábitos pecaminosos de pensamentos e ações que se transformam em um estilo de vida. Assim, existem aqueles que desenvolvem um estilo de vida de satisfação sexual e tornam-se viciados no "clímax" associado à atividade sexual, da mesma maneira que outros se viciam na euforia do álcool ou das drogas. Quando os homens enfatizam demasiadamente a importância do sexo na vida deles, este começa a ditar-lhes um estilo de vida, e eles ficam obcecados por pensamentos sexuais. No fim, perdem o controle sobre com que freqüência, com quem e sob quais circunstâncias terão relações sexuais. Eles tornam-se prisioneiros de um comportamento sexual compulsivo. O que começa como "apenas se divertindo um pouco" ou "satisfazendo os desejos normais", gradualmente os atrai cada vez mais fundo para o lodo da escravidão. Se continuarem sem se arrepender, Deus irá entregar-lhes a um sentimento perverso (Rm 1.28).
 Da mesma forma que o traficante do bairro induz alguém com maconha de graça, com a intenção de conduzi-lo ao uso de drogas pesadas, Satanás atrai sutilmente uma vítima desprevenida para suas garras com algumas experiências sexuais satisfatórias. Contudo, a Bíblia assegura que o gozo do pecado durará somente por pouco tempo (Hb 11.25). Em um capítulo mais adiante, veremos como Satanás lança a isca diante do nariz de sua vítima.
                                                            ROTINAS ESPECIAIS
A medida que o vício aumenta a pressão sobre a vítima, ela passa a desenvolver rotinas ou rituais especiais com os quais ela se acostuma. O homem com o hábito de assistir a fitas pornográficas pode começar dando uma olhada nas prateleiras de revistas de uma sex shop por algum tempo. Conforme seu desejo vai aumentando, ele pode aventurar-se a ir para a galeria de filmes, a uma sala mal-iluminada, localizada nos fundos da livraria. De lá, ele pode ir de cabine em cabine, procurando pelo filme perfeito (sua fantasia máxima) até que ele finalmente satisfaz sua lascívia. Identifico-me com essa cerimônia em particular. Eu também entrava em uma sex shop e "dava uma examinada", perambulando pelas cabines de vídeo, vendo as propagandas do filme de cada uma. Então, eu ia metodicamente em cada cabine, pegando a fita que mais me atraía no final.
Um padrasto que molesta uma criança terá uma rotina completamente diferente. Ele poderá (ou não) começar olhando pornografia. Por fim, ele entrará sorrateiramente no quarto da criança, onde praticará seus atos, movido por sua lascívia.
Lew começou a molestar sua filha mais velha quando ela tinha dez anos. Em cada ocasião, ele gastava vários momentos, persuadindo-a e animando-a para convencê-la de que aquele era seu modo de mostrar seu "amor especial" por ela e de que este seria seu pequeno segredo. Ela aceitou relutantemente até que ele tentou molestar sua irmãzinha menor. Tendo vivido com o horror do abuso sexual, ela não aguentaria ver sua irmã passar pelo que ela tinha sofrido. Desesperada, ela contou a sua professora, que alertou imediatamente as autoridades.
Um exibicionista normalmente age rotineiramente dentro de um carro. Ele pode estar indo a uma loja quando a ideia de se expor para uma mulher entra em sua mente. Imediatamente, fica tomado pelo pensamento até que finalmente age, dirigido por sua fantasia, na frente de alguma vítima que não desconfia de coisa alguma.
Sam era adolescente quando começou a sentir vontade de se expor. Toda manhã, quando um grupo de adolescentes passava por seu quintal a caminho da escola, ele se masturbava enquanto as via passar pela janela. Embora ele nunca ousasse se mostrar, só de pensar nas garotas vendo-o se masturbar o excitava. Conforme ele crescia, esse desejo insuportável continuava a incomodá-lo. Ele repetida­mente o descartava, contudo não desaparecia. Um dia, ele encostou seu carro e se masturbou enquanto uma mulher passava por perto. Ele conseguiu esconder-se muito bem, mas o pensamento dela vendo-o masturbar-se era excitante. Sam repetiu essa mesma rotina algumas vezes durante vários meses, até que finalmente sua lascívia dominou-o, e ele cedeu à tentação. Ele deixou que uma mulher o visse enquanto ele chegava ao orgasmo. Embora isso o tenha assustado terrivelmente, ele se viu repetindo o ato inúmeras vezes. A masturbação apenas não era mais suficiente para satisfazê-lo.
A rotina do homem que faz ligações telefônicas indecentes se assemelha muito a do exibicionista; a diferença é que o ritual é feito pelo telefone. Enquanto ele disca vários números de telefone, vai ficando excitado só de pensar em conseguir falar com alguma mulher ingênua o suficiente para escutar o que ele diz. É quando sua lascívia se satisfaz.
Veja o exemplo de Stan. Seus problemas começaram com o 0800. Ele começava excitando-se com pornografia e, então, ligava para um número especial, em que uma garota falaria obscenidades com ele. Mas isso era muito fácil. Em vez de atingir o orgasmo com ela, ele começava a discar rapidamente os números da lista telefônica local até encontrar uma mulher que escutasse suas suges­tões lascivas e a descrição gráfica de seu orgasmo subseqüente.
O voyeur, a pessoa que busca a satisfação sexual por meio da erotização da visão, vagueará horas pelas ruas, na esperança de encontrar uma janela que possa oferecer alguma excitação. Após esperar ansiosamente, talvez horas em cada ocasião, finalmente o vislumbre de um corpo nu entrará em seu campo visual. Essa visão atinge o clímax de sua lascívia.
Bob estaria sentado em sua casa à noite, assistindo à televisão, quando o pensamento de todas aquelas janelas potenciais começaria a seduzi-lo. Depois de todos terem ido para a cama, ele escaparia furtivamente da casa e rua abaixo, procuraria por uma janela com cortinas abertas. Depois de encontrar uma, ele ficaria ali por um longo período de tempo, até que conseguisse ter um vislumbre de qualquer coisa excitante.
A mulher viciada em sexo poderá agir rotineiramente em bares, indo de um homem para outro, noite após noite. Ela pode tentar ver com quantos homens ela consegue flertar ou provocar em uma noite até escolher um para dormir. Então, terminará a noite.
Betty, uma mulher razoavelmente atraente, era uma cantora de boate que amava seduzir os homens. Ela gostava da atenção que recebia do público enquanto cantava. Durante sua apresentação, ela escolhia um homem para "atraí-lo". Acabar na cama com aquele homem faria com que ela se sentisse incrivelmente desejável e sensual como mulher. Se um homem no bar não prestasse atenção suficiente nela, talvez porque ele fosse casado, ela encararia aquilo como um desafio para seduzi-lo. Todas as conquistas lhe davam uma tremenda satisfação. Por fim, Betty se casou, mas logo perdeu a atenção dos homens e começou a ter casos secretos. Não importava quantos homens conseguisse seduzir, ela não atingia o ponto de estar realmente contente com ela mesma como pessoa. No entanto, tudo aquilo começou a mudar quando ela aceitou Jesus Cristo como seu Salvador.
Um "sujeito" pode agir rotineiramente cruzando a zona de meretrício, um abrigo para prostitutas. Cativado pela cena inteira, ele lentamente passa diante de cada mulher, examinando-a cuida­dosamente. Ele começa a fantasiar, e a lascívia aumenta em seu coração. Finalmente, por qualquer motivo, uma delas percebe seu interesse, e ele procura seus serviços para a noite.
Jody passava horas passando com seu carro por ruas lotadas de prostitutas. Essa era a metade de sua excitação. De vez em quando, ele parava o carro e conversava com uma delas por algum tempo, mas normalmente ele não estava pronto para terminar ainda sua rotina; então, continuava dirigindo e prosseguindo com sua busca. Por fim, depois de seu desejo de fazer sexo estar aproximando-se do clímax, ele escolhia uma das mulheres para levar ao seu quarto de hotel. Era onde sua rotina atingia o ponto culminante.
O homossexual compulsivo age rotineiramente de uma das duas maneiras. Normalmente, ele vai a um bar local de gays, onde flerta com alguns homens até encontrar o parceiro "ideal". Ou ele pode preferir ir a uma galeria de filmes de uma sex shop, onde haverá homens "heterossexuais" e bissexuais que aceitarão seus serviços. Lá, ele passará de homem em homem a noite inteira, até finalmente se cansar e encontrar alguma maneira de alcançar prazer por ele mesmo.
Rick fez as duas coisas. Algumas noites, ele ia aos bares de gay ou às casas de massagem, procurando por outro homossexual que lhe atraísse. Os dois podiam tomar vários drinks juntos enquanto iam-se conhecendo e terminavam, então, na cama naquela noite. Outras noites, ele ia às sex shops. Ele se oferecia para "cuidar" dos homens heterossexuais que estavam assistindo a fitas pornográ­ficas em pequenas cabines. Em uma noite, ele podia fazer sexo com uma dúzia ou mais de homens naquela cabine. Embora fosse levado a fazer isso, era confuso para ele o quão pouca satisfação ele recebia.
Todos esses homens diferentes compartilharam uma coisa em comum: eles permitiram que pensamentos pecaminosos domi­nassem a vida deles a ponto de se tornarem viciados em seu comportamento. Suas rotinas verdadeiras podem diferir, mas todas elas têm um padrão distinto ou observável que, no fim, leva a seu "comportamento" sexual. 
Para saber mais continue a leitura no livro.



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