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sábado, junho 03, 2017

COMO SER SER ACEITO PELO SEU CÔNJUGE

O problema sério de não ser aceito (a) pelo seu cônjuge.
Ser aceito (a) vai depender muito de nosso esforço, porque se não somos aceitos é porque não há amor. Mas porque só agora no casamento é que foi surgir este problema.O irmão Figueiredo trata de um assunto de suma importante, que às vezes passa despercebido por nós:
Uma das necessidades básicas do indivíduo é ser aceito, é ter seu valor especial. Após alguns anos de casado, ou meses, acontecem em muitos pares, as descobertas dos seus defeitos. Eu não conhecia você direito, você é tão diferente: Aí, vem à tentação de mudar o cônjuge. Esta tentativa inútil, o máximo que faz é, muitas vezes, lançar o outro nos braços estranhos.
Aceite – é uma graça que Deus nos deu!Quando uma pessoa não aceita a gente, fica difícil agradá-la! Ela fica distante. Quando não há aceitação, não há amor. Como é fácil achar defeitos nos outros: É um abismo sem fundo, um defeito puxa o outro...
Para quem aceita, até os defeitos se transformam em virtudes... Mas, o casamento fica forte, quando a demonstração de amor se torna puro amigo, compreensível, aí sim, somos de fato aceitos, e o amor se torna agradável e bom de viver. (FIGUEIREDO (s/d, p.22). Abra-se de verdade para seu cônjuge.
Somos muito fechados para o nosso cônjuge, mas às vezes nos abrimos mais para qualquer pessoa de nossa intimidade, de nossas confidências, o problema é que não vivemos a maior parte das nossas vidas com estas pessoas.Este é um dos problemas no casamento, juntos, mas ao mesmo tempo separados, por não se darem a conhecer o mínimo das suas intimidades ou do próprio trivial. Precisamos nos abrir mais e nos deixar ser conhecidos como de fato somos.
Em seu livro Purnell (1993, p.28,29) acrescentou o raciocínio de C.S. Lewis, que declarou: “Amar é tornar-se vulnerável”. Devemos deixar de permitir que o medo determine nossa comunicação em nossos relacionamentos.Todos querem ser amados, mas só podemos ser amados até o ponto em que permitimos que nosso “eu real” seja conhecido.
Muitos casais convivem anos e anos e se conhecem muito pouco, isto não é bom para se viver a dois. É lógico que vamos nos esconder de muitas coisas, ma não deveria ser assim. Infelizmente a maioria dos casais ainda não se descobriu, por causa de certas coisas que os mesmos escondem. 
Na realidade os casais não se deixam conhecer por causa desta negação da verdadeira personalidade, que deveria ser aberta, sem nada a esconder.
Seja ousado (a), seja você mesmo (a). 
O Major Britt Rosenbaum, M. D., professor associado de Psiquiatria Clínica do Montefiori Hospital and Medical Center, New York City, diz:
Você precisa simplesmente ousar ser você mesmo e mostrar seus sentimentos o máximo possível, apesar dos riscos envolvidos. Os relacionamentos quase sempre são prejudicados porque sentimentos julgados inacessíveis são escondidos: Não posso dizer isso a ele... poderia ser prejudicial à nossa relação”.“De fato, (quando a pessoa age assim) está protegendo os seus próprios sentimentos, e essa talvez não seja absolutamente a reação do seu parceiro”.Derrube os muros que barram a felicidade do seu casamento.
Existem alguns fatores negativos no convívio dos cônjuges. Sabemos que têm coisas vergonhosas que provavelmente praticamos. Não é exatamente sobre isso que estamos nos referindo, mas sim, naquilo que poderia melhorar nossos relacionamentos.Se de fato, nos conhecêssemos um pouquinho mais. 
Nossos relacionamentos conjugais seriam muito melhor. Se existe algum muro atrapalhando seu casamento é hora de derruba-lo, com a ajuda de Deus.Muros não podem e nem devem ser obstáculos ao nosso casamento.
O problema é: Se os cônjuges esconderam desde o namoro ao noivado e por fim, no casamento. Mas agora casados não suportarão por muito tempo, o peso da máscara da dupla personalidade.
É por isso, que surgem os divórcios, porque não se abriram uma para o outro, e agora não sabem como conviver neste emaranhado de falsas personalidades. Portanto, além dos defeitos. Temos ainda as nossas máscaras, uma para cada dia.
Exemplo: o casal brigou. Quais máscaras o casal devem usar para ir à igreja? Pode ser: A máscara do estou bem, do estamos bem... Só Deus sabe das nossas verdadeiras máscaras. Portanto, ninguém vai saber o que está por trás das nossas máscaras. Então o que eu faço? Evite precisar de mascarás. Liberte-se delas, mostre sua verdadeira face! 



sábado, fevereiro 04, 2017

CRESCIMENTO CONCIENTE DE IGREJAS


Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; (Mt. 28:19).
E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos. (At. 2: 42, 46,47).
Introdução                                                      
Estamos vivendo um momento muito critico quanto ao crescimento da igreja. Lembrando que não se trata de uma única igreja, específica, mas no geral todas as denominações estão caminhando a passos lentos quanto ao seu crescimento, tanto físico, intelectual, cultural, e espiritual.
Logicamente estamos muito distante dos acontecimentos de Jerusalém, e quanto ao que Cristo disse sobre a Grande Comissão para a igreja ir, também estamos, até de certa forma indo, mas a passos muito lentos. Falta-nos a visão paralela com a Igreja de Jerusalém e também precisamos atentar mais para o que Jesus disse em Mateus 28:19.
Conscientização e ação coletiva.
A final, de quem é a culpa, quanto à gestão de talentos? Do pastor, dos obreiros, da igreja? Para falar a verdade, de todos nós, porque primeiramente já fomos convocados individualmente pelo Senhor Jesus para o IDE, por isto a culpa pelo mau desempenho da igreja, quanto ao seu crescimento é de todos nós.
Não precisamos ser mandados a fazer o que já deveríamos ter feito com mais empenho. Temos que ir ao campo, porque esta ordem já nos foi dado por Cristo. Mas por onde começar? Repensando nossa liturgia como igreja e acrescentar mais ânimo missionário, envolvendo mais os que estiverem dispostos a trabalhar.
Primeiro, temos que ter bons planejamentos, uma boa equipe ou um grupo bem estruturado, com um bom líder, dinâmico e prático. Pode ser o pastor, desde que tenha disponibilidade para os trabalhos, ou um obreiro de sua confiança, desde que seja capacitado para este grande trabalho, mas acima de tudo deve ser um bom Evangelista.
Também é necessário como requisito essencial, que o líder seja muito dedicado e com amor pelas almas, homem de oração e com comprometimento com Deus e com sua Palavra, sem querer de forma alguma visar benefícios próprios.
Portanto, é preciso também, que a equipe tenha um bom curso teórico e prático, (treinamento dinâmico), com uma estrutura bem elaborada, seguida a risca sempre. Também é preciso haver plena harmonia entre os integrantes da equipe, ou grupo de trabalho missionário. O líder precisa ser humilde, carismático, comunicador, com sangue de um verdadeiro Evangelista. Estas são algumas das virtudes entre tantas, para se trabalhar em equipe e também para se adentrar nos lares ou qualquer lugar público, ou privado. O treinamento para tudo isto deve ser umas das prioridades.
Não adianta vivermos das sombras e das glórias saudosistas do passado, agora é o presente que nos importa, se olharmos muito para as nossas histórias do passado, veremos o quanto falhamos, com tanto tempo como igreja do Senhor, isto é, já deveríamos ser dezenas delas, mas paramos em nossa velha construção.
Perguntas para reflexão:
1.      Qual deveria ser a prioridade para o crescimento de igrejas?
2.      O modelo atual de liturgia está correspondendo com a verdadeira necessidade da igreja, quanto ao seu crescimento?
3.      Qual é a nossa visão hoje para que a igreja cresça?
4.      Onde se gasta mais recursos financeiros, em relação ao crescimento da igreja?
1. Qual deveria ser a prioridade para o crescimento da igreja?
Tratando-se de prioridade, o departamento mais importante para o crescimento da igreja é a conscientização para uma Teologia Prática, quanto as Missões também Práticas. Não adianta vivermos somente no apoio de oração e financeiro, se nós mesmos não nos dispusermos a ir também.
Hoje é visível o orgulho pelo missionário enviado, também vejo assim, mas a alegria maior é ir também como ele, ou enviar alguém como ele e sustentá-lo, como nosso enviado, isto seria motivo de nossa realização independente de quaisquer circunstancias.
Sugestões práticas:
a)      Primeiro ao levarmos o novo convertido ao discipulado, deveríamos fazê-lo com vistas ao trabalho missionário, isto deveria ser acrescentado com mais ênfase junto às doutrinas que lhes são oferecidas.
b)      O papel primordial da igreja deveria ser o de treinar o obreiro, ainda que não seja um obreiro qualificado (consagrado) para o trabalho é preciso exercitá-lo para o trabalho missionário. Levá-lo a pratica, até mesmo antes de consagrá-lo ao Santo Ministério. Porque depois de consagrado vai ser difícil ensiná-lo.
c)      Ensina-se quase tudo no discipulado, mas quanto ao ensino missionário estamos deixando a desejar, esta culpa se dá pelo currículo ao que se submete o novo convertido. Entre as prioridades de ensiná-lo, a missão deveria ocupar um bom, ou porque não dizer um grande espaço no seu ensinamento e treinamento prático. Cristo se preocupou primeiro em convocar, treinar para depois enviar.
d)     No calor da nova conversão o novo convertido, sua recém-conversão a Cristo, é um dos melhores momentos para inculcar lhe a consciência missionária. Ele está disposto a fazer tudo pelo amor ao Senhor, como algo prazeroso, isto é representado pelo seu ardor ao falar de Cristo para seus parentes e amigos. Mas este calor logo passará e se ele não for bem ensinado, treinado, bem exercitado no trabalho missionário, com certeza, será mais um dos muitos obreiros sem ânimo para o trabalho missionário, ou seja, vai ser mais um como muitos, um excelente obreiro interno, mas um obreiro sem muitos requisitos para o trabalho no campo. Ele se tornou muito doméstico, agora para sair, ir é mais difícil.
2. O modelo atual de liturgia está correspondendo com a verdadeira necessidade da igreja, quanto ao seu crescimento?
Não! Primeiro, estamos mais envolvidos com diversos afazeres e deixamos o que é prioridade, as missões. Nossa liturgia está muito aquém de ser uma liturgia completa. Por assim dizer, justificamos o baixo trabalho na área missionária, o que estamos esperando? Se analisarmos o papel da igreja, logo perceberemos a nossa deficiência. Não podemos estar atrelado aos que não têm visão missionária, ou aos quem tem visão curta. Cabe a nós irmos à frente, sem precisar que nos mande, ou esperar que sejamos enviados por um grupo, ou qualquer entidade. O mandamento do IDE já nos foi dado! Cada igreja deve sim prestar contas, relatórios de tudo ao que está subordinada, seja quem for, mas o relatório de missões este sim, primeiramente se presta contas a Deus.
3. Qual é a nossa visão hoje para que a igreja cresça?
Absolutamente é difícil responder esta pergunta, pois engloba muitas coisas. Dizer o que é preciso, pode ofender os que não estão com as vistas boas para as missões.
Nossa visão hoje é mais parasitaria do que podemos imaginar. Colamos cartazes nas paredes, divulgamos mais o missionário enviado, do que as nossas atividades missionárias. Valorizar o missionário no campo é imprescindível, mas o nosso dever é fazer o que ele está fazendo, irmos ao campo também. Sem deixar é claro de apoiar o que está trabalhando no campo missionário. Com certeza ele precisa sim de nosso apoio. Mas a nossa atitude também é de conscientizar a igreja a fazer o mesmo.
4. Onde se gasta mais recursos financeiros, em relação ao crescimento da igreja?
Em muitos departamentos, mas infelizmente com as missões são mínimas, dizem que se gasta mais com Coca Cola e com recarga de celular..., do que com missões. Algumas observações a serem consideradas: Olhando para a igreja pelo seu tempo de existência, pela quantidade de Obreiros missionários, pelo gasto da igreja com missões, pelo seu quadro de missionários enviados, no Brasil e fora dele, nas missões em cidades vizinhas, em pontos de pregação, em grupos evangelísticos, nas aberturas de igrejas afiliadas. Se tivermos uma boa liderança acima de nós para o comprometimento missionário, na aplicação financeira, com certeza colheremos muitos frutos. Quanto a estas observações, devem-se observar também todos estes requisitos para os mesmos, que nos ditam as regras missionárias. Estes itens acima também deveriam entre outros tantos, receber mais atenção e investimentos financeiros, para expandirmos nossa missão, com bons instrumentos e acessórios para fortalecer nosso trabalho no campo.
Conclusão
Portanto, missão não se faz somente com boas intenções, mas, com boas ações, com as mãos na obra. Estamos em 2016 e a igreja ainda não evangelizou metade do mundo, se olharmos para nós o tempo da nossa existência, individual e coletiva, também veremos que não crescemos a metade do que deveríamos ter crescido.
Nossos rumos hoje como igrejas são vários, mas para muitos de nós o caminho missionário está sendo pouco percorrido. Todos os planejamentos da igreja são de extrema importância, mas se o programa de missões for fraco todos os projetos se enfraquecerão com certeza! É hora de repensarmos a nossa vida como igreja missionária. Está na hora de orar e planejar mais e fazer o que já deveríamos ter feito. 

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