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sexta-feira, agosto 15, 2014

A ESSÊNCIA DO CASAMENTO É O AMOR

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Liderança no Casamento.
Palavras do Apóstolo Paulo a Igreja de Corinto. “Agora existem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. Porém a maior delas é o amor”. (I Co. 13:13).
Este Seminário tem por objetivo.
a) Mostrar que homens e mulheres são diferentes, e que suas diferenças explicam o papel de liderança que Deus atribuiu ao marido, no lar.
b) Mostrar que o relacionamento marido/esposa é uma ilustração do relacionamento Cristo/Igreja, o que dá ao primeiro uma importância toda especial.
c) Explicar a natureza da liderança do marido e da submissão da esposa.
d) Explicar como devem funcionar a liderança e a submissão no casamento.
No princípio, Deus criou homem e mulher (Mt. 19: 4), macho e fêmea (Gn. 1: 27).
Obviamente, os dois se identificam como seres humanos, únicos, completamente diferentes de todas as outras criaturas. Ainda assim, homem e mulher são muito diferentes um do outro. Isto é óbvio, também, mas precisa ser lembrado e enfatizado porque, em nossos dias, há uma tendência para minimizar as diferenças entre homem e mulher, com prejuízo para o relacionamento conjugal.
O casamento exige que marido e mulher conheçam e respeitem suas diferenças.
Deus os fez diferentes é, portanto, planos de Deus, elas justificam a liderança do marido no lar.
Algumas diferenças entre homem e mulher.
As diferenças entre homem e mulher vão muito além do sexo e da aparência física. Eles caminham diferentes, falam diferentes, com possibilidades e necessidades específicas. Eles se complementam e ajudam um ao outro. Posteriormente, neste Seminário, vamos explorar algumas destas diferenças, possibilidades e necessidades. Por agora, mencionaremos algumas destas diferenças e mostraremos que, nos
, pensam diferentes; são motivados por valores diferentes e afetados por emoções diferentes.
Conquanto haja graus de diferença entre vários homens e mulheres, geralmente falando...
• os homens são fisicamente mais fortes do que as mulheres;
• os homens são mais racionais e lógicos, as mulheres mais intuitivas e emotivas;
• os homens são mais objetivos, as mulheres mais subjetivas;
• os homens são mais realistas, as mulheres mais idealistas;
• os homens são mais rígidos na sua maneira de pensar, as mulheres geralmente são mais maleáveis e susceptíveis à influência dos outros;
• os homens são mais autoconfiantes, as mulheres mais carentes de autoafirmação;
• os homens interessam-se mais pelas coisas, as mulheres pelas pessoas.
Estas e outras diferenças determinam funções diferentes no lar. O homem é a cabeça, o líder. Paulo escreveu: Quero que saibais ser Cristo a cabeça de todo homem, e o homem, a cabeça da mulher (1Co. 11: 3).
Grande é este mistério!
O apóstolo Paulo comparou o relacionamento marido/mulher com o relacionamento Cristo/igreja. Em poucos versículos, ele fez esta analogia varias vezes:
• As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor, porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja (Ef. 5: 22, 23).
• Como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido (Ef. 5: 24).
• “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. (Ef. 5: 25).
• Os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuidam, como também Cristo o faz à igreja... (Ef. 5: 28, 29).
Então, o apóstolo encerra esta seção sobre o relacionamento conjugal, dizendo:
• “Eis porque deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja”. (Ef. 5: 31, 32).
Isto significa que Deus quer que o relacionamento conjugal seja uma ilustração do relacionamento entre Cristo e sua igreja!
Embora o casamento tenha sido instituído no Éden muito antes da igreja surgir, essa união antecipou, figurativamente, a união posterior de Cristo com sua Igreja, e vice-versa. De fato, no N.T., a igreja é a noiva de Cristo (Jo. 3: 29; Ap.21: 9) Este é o grande mistério! No N.T., mistério é uma verdade divina que esteve oculta por muitos séculos (no A.T.), mas que, por fim, é revelada claramente (no N.T.). O casamento é uma “peça” sobre o relacionamento entre Cristo e sua igreja.
Nessa passagem, os integrantes são marido e mulher. Eles têm papéis específicos. O marido representa Cristo e a esposa representa a Igreja. Cada um deve adaptar-se a sua função. Esta é uma das razões porque Deus os fez tão diferentes um do outro.
A liderança do marido e a submissão da esposa.
Assim como há liderança e autoridade no relacionamento Cristo/igreja, deve haver também no relacionamento marido/esposa.
Uma das passagens bíblicas mais questionadas ou mesmo rejeitadas é justamente esta:
• “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor, porque o marido é o cabeça da mulher, assim como Cristo é o cabeça da igreja”. (Ef. 5: 23).
Todavia, não se pode negar que esta é uma doutrina bíblica; e esta doutrina não pode ser modificada ou ignorada. Mesmo porque, sendo esta a vontade de Deus, não haverá perfeita harmonia no casamento à parte de sua compreensão e aplicação.
Assim, sendo, vamos procurar entender o que é e como deve funcionar a liderança do marido e a submissão da esposa no casamento. Veremos que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita (Rm. 12: 2).
1) O que a liderança do marido não é.
a) Liderança não é superioridade. Nenhuma passagem como esta a Bíblia sugere que os homens são superiores às mulheres. De fato, a Bíblia ensina que, esse sentido, homens e mulheres são iguais aos olhos de Deus (Gl. 3: 28). O fato que, no casamento, os dois tornam-se “uma só carne” ou “uma só pessoa” também sugere igualdade. Homens e mulheres têm direitos iguais, e a mulher deve ser tratada como igual não inferior.
b) Liderança não é dominação. A liderança do marido não anula a personalidade e a vontade da esposa, nem a rebaixa à posição de escrava. De fato, faz justamente o contrário Jesus Cristo é o exemplo supremo de liderança, todavia, como cabeça da igreja, ele serve à igreja (Mt. 20: 28). Muitos homens têm uma falsa ideia do que seja liderança. Eles dizem à esposa: “Eu sou o chefe aqui! Você fará o que eu disser, goste ou não... Agora, traz a minha toalha, depressa”!
c) Liderança não dá ao homem o direito de maltratar sua esposa. Porque são maltratados no trabalho, alguns homens maltratam a esposa e os filhos. Deste modo injusto, vingam-se dos seus superiores no trabalho. Outros fazem isto pretendendo provar sua masculinidade. Mas brutalidade não prova masculinidade. Pelo contrário, mostra insegurança e fraqueza.
2) O que é a liderança do marido.
É um exercício amoroso de autoridade. Há necessidade de liderança e autoridade em todas as esferas da atividade humana. Temos Prefeitos, Governadores, Presidente da República, Diretores de escolas, Pastores... (ITs. 5: 12; ITm. 5: 17; Hb. 13: 17). Nosso Prefeito, Governador e Presidente não são, necessariamente, superiores a nós. Porém, como nossos líderes devidamente eleitos, eles têm autoridade funcional delegada.
Precisamos de liderança e autoridade em nossos lares também. Outra vez ICo. 11: 3.
Provavelmente as mulheres queiram saber: “Por que tem que ser assim”?
a) Porque, como dissemos, Deus quis que a relação marido/mulher fosse uma bela ilustração da relação Cristo/igreja. A autoridade do marido sobre sua esposa ilustra a autoridade de Cristo sobre a Igreja - “O marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja...” (Ef. 5: 23). A submissão da esposa ao seu marido ilustra a submissão da Igreja a Cristo - “Como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido” (Ef. 5: 24).
b) Porque Deus criou o homem com características próprias para a liderança e exercício da autoridade e a mulher com características próprias para o exercício da submissão. Além do que dissemos anteriormente sobre as características diferentes do homem e da mulher, lembramos aqui que o apóstolo Pedro, ao recomendar aos maridos que marcassem presença no seu lar e tivessem consideração para com a esposa, justificou essa recomendação dizendo que a mulher é “parte mais frágil” (IPd. 3: 7). É um princípio da natureza: o mais fraco depende do mais forte, e o mais forte lidera o mais fraco (Ver Gn. 3: 16). O fato que alguns homens parecem mais fracos do que as mulheres e algumas mulheres parecem mais fortes do que os homens não anula esse ensino bíblico. Exceções não fazem regras.
• Os homens não devem ser... lerdos, frouxos, dependentes, efeminados... E que as mulheres não os julguem assim quando eles procuram serem gentis, amorosos, perdoadores, pacientes, ponderados, prudentes... Ou será que preferem que eles decidam tudo às pressas, à revelia da esposa e dos filhos, e, então, imponham sua vontade aos gritos?
• As mulheres não devem ser apressadas, enérgicas demais, independentes, masculinizadas... E que os homens não as julguem assim quando elas procuram serem idôneas, corajosas, empreendedoras, comunicativas... Ou será que preferem que elas sejam tímidas, indecisas, paradas, inexpressivas?  Não dá para mudar isso!
a) Homem.
Infelizmente alguns homens, por fraqueza, irresponsabilidade ou comodidade abdicam do seu papel de liderança. A autoridade requer responsabilidade, tempo, coragem para enfrentar pressões e tomar decisões.
Muitos homens enfrentam bem os problemas do trabalho, mas não querem tê-los no lar. Alguns mais interessados em sua própria conveniência do que em suas responsabilidades bíblicas, forçam suas esposas a assumirem o papel de liderança às vezes com resultados caóticos. Esta situação é contrária à própria natureza tanto do homem como da mulher. Causa atrito, frustração, insatisfação, dissensão e discórdia. Homens paguem o preço! Sejam líderes de sua família. Tomem a iniciativa e tomem decisões, eduquem seus filhos com firmeza. Isso é tão importante que, o apóstolo Paulo, falando das qualidades necessárias para um homem exercer ou participar da liderança da igreja, ele precisa, antes, ser um líder bem sucedido no seu lar: “...se alguém não sabe governar a própria casa,como governará a igreja de Deus?” (ITm. 3: 4, 5).
b) Mulher.
A natureza da mulher, tal como Deus a criou, é ser de certa forma conduzida, ser dependente. Ela não é verdadeiramente feliz quando, casada, rejeita a liderança do marido e assume a própria vida, sem compartilhá-la com ele e sem ouvi-lo. Pior fica quando tenta dominar o marido. Em um congresso mundial de mulheres, realizado recentemente no Brasil, algumas “feministas” famosas repensaram esse movimento, confessando que as mulheres “liberadas” estão muito frustradas e infelizes. Outro problema é o efeito da insubmissão da esposa sobre o marido. Muitas têm uma tendência quase incontrolável para criticar, censurar, desdenhar, manipular, pressionar ou controlar o marido... Alguns, para não brigar ou porque não são suficientemente fortes, recuam, desistem, passam as rédeas, entregam os pontos... Algumas mulheres, só na idade avançada, percebem que elas próprias inibiram e enfraqueceram o seu homem... Tarde demais! As mulheres têm necessidade de apoiar-se no marido. Se elas próprias podam e podam o apoio que Deus lhes deu... Chegará a hora em que não terão apoio!
Como esta liderança pode ser “implementada” no lar cristão?
Mais ou menos como numa empresa. Nenhuma empresa pode funcionar adequadamente com duas cabeças. Há um presidente e um vice-presidente; o presidente é o líder. A autoridade do líder é delegada. E ele não é um ditador. O arranjo funcionará melhor se houver confiança mútua; se ambos ou todos contribuírem com capacidade, recursos e experiências; se mantiveram a política de tomar decisões mediante consenso natural e cumprirem as decisões tomadas. Por traz de tudo, porém, está a compreensão de que somente um deles é realmente o líder. Em última instância, o presidente é o responsável por tudo. É exatamente assim que o casamento cristão deve funcionar. Ele pode ser descrito como uma democracia com uma liderança masculina. Cada cônjuge deve estar interessado no outro, e nos melhores interesses do casamento. Deve haver uma participação mútua nas decisões e na solução dos problemas. Visto que os participantes têm amor um pelo outro, problemas insolúveis serão raros. Porém, quando surgirem, o marido amorosamente lidera e a esposa amorosamente o segue.
Conclusão.
Este é o plano divino para o lar cristão. Isto é muito diferente da visão machista do “poderoso chefão”, que considera a mulher inferior ao homem e sua servente.
É muito diferente também da igualdade perigosa proclamada pela filosofia “feminista” que libera a mulher das responsabilidades do lar e da autoridade do marido.
O homem deve exercer a liderança com amor, “como Cristo amou a igreja” (Ef. 5: 25). A mulher deve submeter-se ao seu marido, “como a igreja está sujeita a Cristo” (Ef. 5: 24).
Deus planejou isto exatamente assim para ilustrar a relação entre Cristo e a igreja. Ele quer que o glorifiquemos aceitando nosso papel de boa vontade e cumprindo-o fielmente.
Evangelista Francisco.



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